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Prêmio José Reis tem edição especial dedicada à COP30

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançaram, nesta terça-feira (15), durante a 77ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Recife (PE), a edição especial do Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica. A iniciativa é dedicada à COP30, que acontecerá em novembro, em Belém (PA).

Com o tema “Caminhos Científicos nas Mudanças Climáticas”, a edição especial reconhecerá dois produtores de conteúdo digital que utilizem mídias digitais para divulgar, de forma criativa, soluções, pesquisas e conhecimentos científicos relacionados às mudanças climáticas. A categoria exclusiva foi pensada para estimular a participação de jovens cientistas e comunicadores, promovendo a conscientização e o engajamento do público sobre o tema.

“Está tudo associado com o nosso momento especial do Brasil na COP30, que é um momento muito particular e muito importante para a gente divulgar toda a ciência que é feita aqui em relação às mudanças climáticas. Temos muitos especialistas no país trabalhando nessa temática, não só na parte mais técnica, mas também em aspectos sociológicos e nos impactos do aquecimento dos oceanos. Há muitas nuances que podem ser abordadas nessa edição do prêmio”, afirmou a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé.

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A proposta da edição especial surgiu a partir de uma iniciativa do MCTI, que viu na COP30 uma oportunidade de valorizar a produção científica nacional.
“Nós pensamos em uma estrutura de programação diferente, envolvendo diversos atores da ciência brasileira. É nesse sentido que entra o Prêmio, que consideramos uma forma de engajar os jovens cientistas na tarefa de divulgar a ciência, com foco nas mudanças climáticas”, explicou o secretário adjunto da mesma secretaria, Osvaldo Moraes.

Para Moraes, ainda há um desafio a ser enfrentado: o distanciamento entre quem produz o conhecimento e quem toma decisões com base na ciência. “Nós precisamos, de alguma maneira, fazer um esforço para transpor essa barreira. É necessário construir uma ponte entre a ciência e os tomadores de decisão e nada mais eficaz do que envolver os jovens pesquisadores nessa missão. Foi com esse propósito que propusemos essa edição especial ao CNPq”, destacou.

Premiação e inscrições

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até as 18h (horário de Brasília) do dia 29 de agosto de 2025. Diferentemente da edição anual, que contempla apenas um vencedor, esta edição especial premiará dois conteúdos digitais com prêmios de R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente, além de uma Menção Honrosa, que receberá certificado de reconhecimento.

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Os vencedores também ganharão passagens aéreas, diárias e certificados para participarem da cerimônia de entrega, que acontecerá em Brasília durante o Seminário Comemorativo dos 45 Anos do Prêmio José Reis, em data a ser confirmada.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) manifesta profundo pesar pelo falecimento do economista e ex-deputado estadual pernambucano Waldemar Borges, aos 67 anos, ocorrido neste sábado (4). Expressamos irrestrita solidariedade à ministra Luciana Santos, esposa de Borges, e aos três filhos do casal diante da perda familiar.

​Nascido no Recife em 1958, o parlamentar construiu uma trajetória no setor público local ao longo de quase 40 anos. Formado em economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ele exerceu funções no legislativo e no executivo. Atuou como vereador na capital por quatro mandatos e como deputado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a partir de 2011.

​Sua experiência profissional incluiu passagens por secretarias de estado e a presidência da Empresa de Processamento de Dados do Recife (Emprel). Servidores e colaboradores do ministério e suas unidades vinculadas unem-se no luto e no respeito à memória do ex-parlamentar. O comunicado oficial divulgado pelos familiares ressalta que sua retidão permanece como “um farol para as próximas gerações”.

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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