POLITÍCA MT
Teatro Zulmira recebe maior banda cover dos Beatles da América Latina neste sábado
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A banda se apresentou no Teatro Zulmira Canavarros em 2019
Foto: JLSIQUEIRA / ALMT
Os beatlemaníacos de Cuiabá já tem agenda para este sábado (12): show com a banda cover nacional ‘Hey Jude’, às 20h, no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros.
O quarteto formado por Cesar Kiles (Paul McCartney), Thomas Arques (George Harrison), Renato Almeida (Ringo Starr) e Thiago Gentil (John Lennon) presta um tributo em show com repertório que revisita as principais fases dos Beatles e ainda preza pela fidelidade cênica e sonora. A produção garante que a maior experiência Beatle de toda a América Latina.
Os músicos de São Paulo, inclusive, são fiéis ao Quarteto de Liverpool em tudo: trejeitos, figurinos e até nos instrumentos.
Os ingressos estão sendo vendidos pelo site bilheteriadigital.com, na Casa de Festas ou com o produtor cultural Monge Cuiabano, pelo telefone (65) 9 9919-7537. Aos que doarem dois quilos de alimentos não perecíveis, o valor tem 50% de desconto. A entrega é diretamente na portaria do Teatro Zulmira e a arrecadação será repassada pela Assembleia Social (Coordenadoria de Integração, Cidadania e Cultura da ALMT) a entidades filantrópicas cadastradas.
“Reabrimos nosso palco e este é o segundo show de 2022. Um espetáculo que o Teatro Zulmira merece: com alegria, matando saudade e toda a segurança possível. Esperamos vocês”, convidou a diretora da Assembleia Social e do Teatro Zulmira Canavarros.
A banda – Os integrantes do Hey Jude já tocaram no Rock In Rio 2013, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília (show transmitido pelo canal Multishow), no Royal Court, na cidade de Liverpool, na Inglaterra, no Liverpool International Music Festival, entre outros.
A banda já gravou no mitológico estúdio Abbey Road, no qual os Beatles gravaram quase todo seu repertório; tocou no encerramento oficial do Annual Beatles Convention (Beatle Week), em Liverpool, para mais de 100 mil pessoas e muito mais.
A performance dos artistas impressiona pela similaridade com os Beatles. A sensação é de estar diante do quarteto original. O figurino retrata fases diferentes da trajetória: os ternos comportados dos tempos do Ed Sullivan Show; as vestes psicodélicas e coloridas de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club e The Magical Mystery Tour e o visual despojado do disco Abbey Road. Das abotoaduras às costeletas, nenhum detalhe é esquecido.
Se não bastassem todos esses atrativos, eles utilizam também, instrumentos iguais aos que os Beatles usaram, as guitarras das marcas Gretsch e Rickenbacker e o baixo Hofner, idênticos aos usados por George Harrison e Paul McCartney, respectivamente. O espetáculo conta com um total de 17 instrumentos, incluindo ainda os das marcas Epiphone, Fender e Gibson.
No repertório estão, entre outras, I Want To Hold Your Hand, Help!, Yellow Submarine, Let It Be, Something, e claro, Hey Jude.
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Audiência pública debate fortalecimento da rede de saúde mental em Mato Grosso
Foto: Helder Faria
Na tarde desta segunda-feira (18), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) promoveu audiência pública para discutir a implementação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e a efetivação da política antimanicomial no estado. O debate, requerido pelo deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), foi realizado no Plenário Renê Barbour e fez alusão ao Dia Nacional da Luta Antimanicomial.
A data, dia 18 de maio, marca o movimento nacional em defesa do cuidado em liberdade para pessoas em sofrimento psíquico e reforça os princípios da Reforma Psiquiátrica Brasileira, instituída pela Lei 10.216/2001, conhecida como Lei Paulo Delgado.
Carlos Avallone afirmou que o principal desafio é estruturar a rede de atendimento para garantir que a política antimanicomial funcione de forma efetiva no estado. “Quanto mais a gente melhorar essa atenção, melhor vai funcionar. Não adianta acabar com os hospitais psiquiátricos sem que a rede consiga absorver essas pessoas dentro do sistema necessário”, destacou.
Segundo o parlamentar, a audiência também teve como objetivo discutir gargalos e encaminhamentos para fortalecer a política de saúde mental em Mato Grosso. Entre os pontos debatidos estão a ampliação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), a qualificação das equipes e a integração da rede para garantir atendimento adequado dos pacientes de saúde mental em qualquer lugar em que ele esteja. “Nós temos recursos para a saúde mental, ainda que não seja muito. O que está faltando é organização para gastar esses recursos”, apontou.
O presidente do Conselho Regional de Psicologia de Mato Grosso, Gabriel Figueiredo, explicou que a Reforma Psiquiátrica mudou o modelo de cuidado em saúde mental no Brasil. “A Lei Paulo Delgado trouxe diretrizes para o cuidado em liberdade e no território. A partir dela, o Brasil passou a enxergar essas pessoas com dignidade e direitos, garantindo reinserção social e acesso à família e ao trabalho”, afirmou.
Segundo Gabriel, a RAPS foi criada justamente para substituir o modelo manicomial tradicional por serviços territorializados, como CAPS, residências terapêuticas e unidades de acolhimento. Ele ressaltou, no entanto, que a atual capacidade da rede ainda é insuficiente para atender a demanda do estado. “Mato Grosso possui uma pluralidade de povos e territórios que precisam de atenção específica, como indígenas e quilombolas. Ainda temos insuficiência de serviços mesmo nos centros urbanos, principalmente CAPS e unidades de acolhimento”, disse.
O promotor de Justiça Milton Mattos da Silveira Neto afirmou que o Ministério Público vem acompanhando a situação da saúde mental nos últimos anos e apontou avanços na ampliação do financiamento da rede. “Conseguimos um aporte de R$ 88 milhões em quatro anos para melhorar a contrapartida do [Governo do] Estado no financiamento dessas unidades”, explicou. Ele também destacou a necessidade de ampliar o número de profissionais especializados. “Não basta só ter a estrutura física. Se não houver profissionais qualificados, principalmente psiquiatras, o serviço não consegue funcionar plenamente”, disse.
Já o presidente da Associação Mato-Grossense de Psiquiatria, Paulo Saldanha, afirmou que a psiquiatria historicamente apoia o cuidado humanizado em saúde mental, mas alertou para a dificuldade de contratação de profissionais devido à baixa remuneração oferecida na rede pública. Segundo ele, um recente processo seletivo em Cuiabá ofertou salário de R$ 5,9 mil para médicos psiquiatras com carga horária de 20 horas semanais, valor muito abaixo dos pisos nacionais da categoria.
“A grande maioria dos psiquiatras do Brasil foi formada e fez sua especialização no SUS. Por que não podemos trabalhar onde fomos formados? Por que não podemos contribuir para isso?”, questionou.
Representando a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES/MT), a enfermeira e Coordenadora de Organização das Redes de Atenção à Saúde (CORAS), Daniely Beatrice, participou da audiência e destacou que, embora a saúde mental seja tratada de forma transversal integrando diferentes linhas de cuidado, a ausência de uma coordenação estadual exclusiva e a limitação da equipe técnica representam grandes desafios estruturais.
Beatrice explicou que o estado possui atualmente 55 centros de atenção psicossocial (CAPS), mas necessita de mais 30 para atingir a meta populacional, um cenário complexo devido ao grande número de municípios com menos de 15 mil habitantes. Segundo ela, para preencher essa lacuna, a gestão investe na qualificação da Atenção Primária, tendo já capacitado 80 profissionais para o manejo de transtornos mentais baseado nas diretrizes da OMS.
A coordenadora sinalizou que a principal meta técnica para este ano é a implantação de leitos específicos de saúde mental em Hospitais Gerais e Regionais, desmistificando o atendimento de crise e consolidando os princípios da luta antimanicomial por meio do acesso qualificado em toda a rede. Ela ainda garantiu que levaria as demandas apresentadas para o poder executivo, garantindo que há orçamento e vontade para viabilizar ações.
Durante a audiência, representantes de órgãos públicos, entidades de saúde e movimentos sociais também discutiram estratégias para fortalecer a RAPS, ampliar o atendimento em saúde mental e garantir a reinserção social das pessoas em sofrimento psíquico no estado. Carlos Avallone também é presidente da Câmara Setorial Temática (CST) de Atenção Psicossocial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O organismo realiza reuniões para tratar das demandas desse setor.
Fonte: ALMT – MT
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