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Indicação do deputado João Batista resulta no recapeamento da MT-040

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Foto: LUCIENE LINS / Assessoria de Gabinete

A indicação nº 805/2022, que destacou a necessidade de recapeamento urgente da MT-040, rodovia que liga Cuiabá ao Distrito de Mimoso, em Santo Antônio do Leverger, foi atendida pelo governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Sinfra). De autoria do deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), o documento foi apresentado durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizada na última quarta-feira (16).

De acordo com João Batista, a indicação partiu de um pedido do vereador de Santo Antônio do Leverger Adelmar Galio (Pros), atendendo às inúmeras solicitações de moradores da região. Segundo o deputado, os munícipes afirmaram que o tráfego de veículos no local estava lento devido a quantidade significativa de buracos na rodovia. 

“Além da urgente necessidade de recapeamento da MT-040, que liga Cuiabá ao distrito de Mimoso, solicitamos também a limpeza das margens da rodovia que, segundo relato dos moradores, o mato atrapalhava a visibilidade dos motoristas. Fico feliz em saber que o governo atendeu nossa indicação, tendo em vista que com os buracos da rodovia, o acesso dos moradores, o turismo e o transporte de pequenos produtores foi impactado negativamente com a situação”, disse o deputado.

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O vereador Adelmar Galio, agradeceu o apoio do deputado João Batista, que tem sido parceiro nas ações em prol da população santo-antoniense. “Deixo aqui o meu muito obrigado ao deputado João Batista, pela cobrança ao Executivo que resultou nessa ação de recapeamento. A obra de tapa-buracos vai auxiliar muito no dia a dia dos munícipes que trafegam pela região”, concluiu Galio. 

Obras em andamento – O secretário da Sinfra, Marcelo de Oliveira, informou que o serviço de tapa-buracos, teve início na última sexta-feira (18), entre os municípios de Barão de Melgaço e Santo Antônio de Leverger. 

“As obras estão em andamento e a previsão é que até o final de maio a Sinfra tenha 28 rodovias em processo de restauração. Nosso trabalho de manutenção segue um cronograma de ações estabelecidas. No caso da MT-040, as obras de recapeamento serão realizadas entre Barão de Melgaço e Santo Antônio do Leverger, passando por Porto de Fora, visando garantir a trafegabilidade na estrada. Além de fazer asfalto, nós precisamos cuidar das rodovias já pavimentadas. Afinal, as estradas são um dos maiores patrimônios do Estado de Mato Grosso”, reforçou o secretário. 
 

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Fonte: ALMT

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Sinfra prevê concluir obras do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande até dezembro de 2026

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O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo Oliveira, e a equipe técnica da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informaram, nesta segunda-feira (13), durante audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que as obras do BRT no trecho entre a Avenida do CPA, em Cuiabá, e o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, devem ser concluídas até o fim de dezembro de 2026.

Durante a apresentação, os representantes detalharam as alterações no projeto das 77 estações, o cronograma de execução das obras, a futura implantação do corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa, a aquisição de ônibus elétricos e as medidas adotadas pelo Governo do Estado após a rescisão do contrato com a primeira empresa responsável pela execução do empreendimento.

Antes de deixar a audiência pública, Marcelo Oliveira afirmou que a venda dos trens e o leilão dos materiais remanescentes do antigo Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) devem gerar mais de R$ 1 bilhão em recursos para os cofres públicos. O secretário também rebateu críticas à execução das obras do novo sistema de transporte e destacou que a equipe precisou enfrentar desafios decorrentes do crescimento populacional e do aumento da frota de veículos entre 2012 e 2024.

Segundo Oliveira, a primeira empresa contratada para executar o projeto não conseguiu cumprir as obrigações previstas em contrato, o que levou o Governo do Estado a rescindir o acordo, aplicar penalidades e reformular o modelo de execução das obras. Ele acrescentou que, durante a execução dos trabalhos em Várzea Grande, a gestão municipal da época também impôs dificuldades que, segundo ele, comprometeram o andamento do empreendimento.

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Sobre a implantação do corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa, o secretário-adjunto de Obras da Sinfra, Isac Nascimento, informou que a licitação ainda não foi lançada e, por isso, não há recursos empenhados para a execução da obra. Segundo ele, os trabalhos nesse trecho devem começar apenas no próximo ano. Nascimento também confirmou que o processo de aquisição dos ônibus elétricos segue em tramitação interna na Sinfra.

O trecho do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande terá 15 quilômetros de extensão, enquanto o corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa contará com aproximadamente sete quilômetros. Isac Nascimento afirmou ainda que o projeto das 77 estações passou por uma reformulação para oferecer mais qualidade, segurança e durabilidade aos usuários. No trecho entre Cuiabá e Várzea Grande, serão utilizados 25 ônibus elétricos para atender a população.

Questionado sobre o processo licitatório para a continuidade das obras, Nascimento explicou que o Estado identificou a necessidade de aprimorar o projeto original, substituindo itens inicialmente previstos, como o sistema convencional de ar-condicionado, que será trocado por equipamentos industriais. O novo projeto também prevê a instalação de vidros antivandalismo e outras melhorias estruturais nas estações.

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O secretário-adjunto informou que o cronograma inicial do Lote 1 das obras do BRT, correspondente ao primeiro corredor estrutural de transporte coletivo entre o Terminal de Várzea Grande e o Terminal do CPA, em Cuiabá, previa a conclusão dos serviços em seis meses, com a abertura simultânea de sete frentes de trabalho no trecho entre o Viaduto da Sefaz e a Ponte Júlio Müller.

No entanto, segundo ele, a estratégia precisou ser revista após a abertura da primeira frente de obras, quando os impactos no trânsito provocaram reclamações da população e repercussão na imprensa. De acordo com Nascimento, caso todas as frentes fossem abertas ao mesmo tempo, conforme o planejamento inicial, haveria risco de colapso na mobilidade urbana de Cuiabá, o que exigiu a revisão do cronograma de execução.

“A execução da obra passou a ser conduzida de forma gradual, em alinhamento permanente com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), responsável pela gestão do trânsito na capital. As intervenções são planejadas em conjunto para definir quais trechos podem ser interditados, considerando também outras obras em andamento na cidade, como as executadas pela concessionária de abastecimento de água e esgotamento sanitário”, explicou o secretário-adjunto da Sinfra.

Fonte: ALMT – MT

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