CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Conheça o perfil de Rogério Gallo, o novo secretário-chefe da Casa Civil

Publicados

MATO GROSSO


A partir desta segunda-feira (04.04), o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, passa a comandar a Casa Civil do Governo de Mato Grosso, em substituição ao então secretário Mauro Carvalho.

Já o comando da Fazenda fica a cargo do secretário adjunto de Receita Pública, Fábio Pimenta.

Confira o perfil de Rogério Gallo:

O novo secretário-chefe da Casa Civil é natural de Pereira Barreto (SP) e mora em Mato Grosso desde 1977. 

À frente da Secretaria de Estado de Fazenda, auxiliou o governador Mauro Mendes a tirar Mato Grosso de uma situação de quase “quebra” a um estado com as contas equilibradas e referência nacional em gestão fiscal, tendo servidores, fornecedores, poderes e municípios pagos sempre em dia, além de superávit no caixa.

Rogério Gallo é bacharel em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e mestre em Direito Ambiental pela instituição. 

Também possui pós-graduação em Direito Tributário pela UFMT e em Direito Público pela Unirondon. Foi conselheiro da secção de Mato Grosso da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB-MT.

Leia Também:  TJMT destaca saúde mental como construção social no Janeiro Branco

Ingressou na Procuradoria Geral do Estado (PGE), por meio de concurso, em 2002. De 2013 a 2016 atuou como Procurador Geral do Município de Cuiabá. Entre 2015 e 2016 exerceu interinamente, em diversas ocasiões, o cargo de prefeito de Cuiabá.

De janeiro de 2017 a janeiro de 2018 foi procurador geral do Estado. Na gestão Mauro Mendes, ocupou o cargo de secretário de Estado de Fazenda desde janeiro de 2019.

Fonte: GOV MT

Propaganda

MATO GROSSO

Estereótipos de gênero podem gerar injustiças no Direito de Família, alerta juíza

Publicados

em

Mulher de blazer preto fala ao microfone diante de plateia sentada. Ao fundo, telão com slide sobre campanha e banner do CEMULHER - Coordenadoria Estadual da Mulher“Não existe pai herói por fazer o que é sua obrigação, nem mãe menos dedicada por trabalhar fora”. A reflexão marcou a palestra da juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, titular da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, durante a capacitação das Equipes Multidisciplinares das Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, realizada na tarde desta quarta-feira (15) pelo Poder Judiciário de Mato Grosso.
Com o tema “Estereótipos de Gênero no Direito de Família”, a magistrada chamou a atenção para a necessidade de psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais reconhecerem e romperem padrões culturais que ainda influenciam decisões judiciais e atendimentos às mulheres em situação de violência.
Segundo a juíza Ana Graziela, a ideia de que a mulher deve ser sempre a principal cuidadora dos filhos, enquanto o homem ocupa exclusivamente o papel de provedor, ainda provoca julgamentos que podem comprometer a imparcialidade dos processos. “A gente não pode taxar as pessoas por um estereótipo. O pai não é herói por cuidar do filho, porque isso é obrigação. Da mesma forma, a mulher não deixa de ser uma boa mãe porque trabalha o dia inteiro ou conta com uma rede de apoio para cuidar das crianças”, afirmou.
Plateia sentada assiste palestra em auditório. Ao fundo, palestrante de preto fala ao microfone diante de telão com slide e banner do CEMULHER.Atendimento sem julgamentos
Durante a palestra, a juíza explicou que esses estereótipos podem resultar em violência processual, quando preconceitos e ideias pré-concebidas interferem na forma como mulheres são ouvidas, acolhidas e avaliadas pelo sistema de Justiça.
Ela destacou que é preciso evitar perguntas e conclusões que responsabilizem a vítima pela violência sofrida ou coloquem em dúvida sua credibilidade. “Não adianta essa mulher ser vítima em casa e, quando chega ao Fórum, sofrer um outro tipo de violência praticada pelo próprio poder público. Ela precisa encontrar acolhimento, não julgamento”, comentou.
Ao abordar a evolução histórica dos direitos das mulheres, Ana Graziela lembrou que muitos padrões sociais foram construídos ao longo dos séculos e ainda se refletem nas relações familiares e nas decisões judiciais. Por isso, defendeu que magistrados e equipes técnicas utilizem o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como instrumento para reduzir vieses e garantir decisões mais justas.
Como mensagem final aos participantes, a magistrada reforçou que empatia e imparcialidade devem orientar a atuação de todos os profissionais que lidam com famílias e mulheres em situação de violência. “Precisamos quebrar os estereótipos de gênero. Um laudo deve ser construído sem julgamentos e baseado na realidade dos fatos. Quem trabalha com essas famílias precisa compreender o contexto em que elas vivem e atuar com empatia para evitar novas formas de violência”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Leia Também:  Judiciário promove oficinas socioeducativas com adolescentes do Pomeri

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA