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Paulo Araújo apresenta indicações para Poconé e Cuiabá

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas) apresentou, no Plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), indicações para área de infraestrutura e esporte e lazer que vão culminar em benefícios à população de Poconé (102 km distante de Cuiabá). “A pavimentação asfáltica no bairro Cruz Preta, em Poconé, é uma das solicitações dos moradores, visto que durante o período de chuva existe muita lama, além de poeira na época da estiagem. Nessa situação, aumentam os  problemas de saúde dos moradores. Já a reforma para o mini-estádio Juvenal Benedito da Costa Campo contribuirá para a prática de esporte e lazer dos moradores”, disse Paulo Araújo.

Na primeira indicação, de n° 2375/22, o parlamentar encaminhou ao governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes (UB), com cópia ao secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, a viabilização e disponibilização de recursos financeiros para pavimentação asfáltica de nove ruas localizadas no bairro Cruz Preta.

A outra indicação, de n° 2609/22, encaminhada ao governador do estado de Mato Grosso Mauro Mendes com cópia ao secretario de estado de Cultura Esporte e Lazer, Alberto Machado,  indica a de reforma do mini-estádio Juvenal Benedito da Costa Campo localizado no bairro Cruz Preta Poconé.

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Uma última indicação, a de n° 2610/22, ao governador do Estado Mauro Mendes, com cópia ao secretário de estado de Cultura Esporte e Lazer, Alberto Machado, de apoio à equipe de futebol amador C. A. Bragantino para viabilizar a sua participação no campeonato amador do bairro Planalto, em Cuiabá.

Fonte: ALMT

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Deputado Diego Guimarães defende plebiscito para moradores decidirem disputa entre Mato Grosso e Pará

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O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) defendeu a realização de um plebiscito para que moradores das áreas em disputa entre Mato Grosso e Pará decidam oficialmente a qual estado desejam pertencer. O posicionamento foi feito, nesta quarta-feira (27), durante sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

“O que está em jogo não é apenas terra ou arrecadação. Nós estamos falando de brasileiros que precisam da presença do poder público”, afirmou o parlamentar na tribuna.

Durante o discurso, Diego Guimarães criticou a postura do Governo do Pará na discussão que será levada ao Supremo Tribunal Federal (STF) no início de junho, durante audiência de conciliação entre os dois estados. A disputa envolve uma área de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados e voltou à pauta do STF após o Governo de Mato Grosso questionar uma decisão anterior da Corte sobre os limites territoriais entre as duas unidades federativas.
Ao citar declarações da governadora paraense, Hana Ghassan (MDB), de que não abre mão do território, o deputado Diego Guimarães respondeu defendendo que a prioridade seja a população que vive na região de faixa de fronteira. “Façamos um plebiscito para ouvir o povo. Vamos perguntar se eles querem continuar no abandono ou se querem acesso à infraestrutura, educação e assistência que Mato Grosso tem oferecido”, declarou o deputado.
Em entrevista, Diego Guimarães afirmou que a discussão precisa ir além da questão cartográfica e considerar a situação das famílias que vivem nas regiões de fronteira. “Antes de falar de terra, precisamos falar de pessoas”, afirmou.
Segundo o parlamentar, moradores de comunidades paraenses costumam atravessar a fronteira para serem atendidos por serviços públicos em cidades como Guarantã do Norte, Novo Mundo, Alta Floresta, Paranaíta e Apiacás, comprovando que a população local já depende historicamente da estrutura oferecida por Mato Grosso.
“A minha origem é Guarantã do Norte. Eu convivo com essa realidade desde criança e, hoje, como deputado, continuo acompanhando de perto a situação dessas famílias”, declarou. “Meu irmão mora há anos nesta região no Estado do Pará, portanto, conhecemos muito bem a importância de uma conciliação para esta questão”, disse.
Diego Guimarães também relatou que moradores de localidades como Cachoeira da Serra, Castelo dos Sonhos e Vale do XV dependem diretamente da estrutura oferecida por Mato Grosso, principalmente nas áreas de saúde, educação e infraestrutura.
“O problema é que, muitas vezes, essas pessoas vivem em áreas que estão no mapa do Pará, mas que, na prática, não recebem a presença do Governo do Pará”, afirmou o deputado. “Muitas dessas famílias estão geograficamente no Pará, pagam impostos ao Pará, mas quem presta assistência é Mato Grosso”, acrescentou.
O parlamentar também afirmou que produtores rurais e prefeitos enfrentam dificuldades jurídicas ao tentarem realizar melhorias em estradas ou prestar apoio em áreas oficialmente pertencentes ao estado vizinho. “Tem prefeito respondendo processo porque colocou máquina para recuperar estrada rural em uma região onde o Estado do Pará não atua”, afirmou.
Segundo Diego Guimarães, a Assembleia Legislativa acompanha a questão de forma institucional e deverá participar das discussões no STF. Ele também defendeu que, independentemente do resultado da disputa territorial, a gestão paraense permita que Mato Grosso continue prestando apoio às comunidades da região.
“Mesmo que a terra continue com o Pará, permitam que Mato Grosso ajude essas famílias com estradas, transporte escolar e atendimento à saúde”, concluiu.

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Fonte: ALMT – MT

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