POLÍCIA
Ação integrada realiza vistoria nas celas da Cadeia Pública de Alto Araguaia
POLÍCIA
Uma criteriosa vistoria nas celas da Cadeia Pública do município de Alto Araguaia, região sul do Estado, foi realizada na manhã desta quinta-feira (19.05), durante a operação “Blocker” deflagrada pela Polícia Civil em conjunto com a Polícia Penal.
A ação integrada teve como objetivo apreender prováveis objetos ilícitos ou não permitidos, apurar provaveis condutas em desconformidade com a lei, além de localizar eventuais locais usados como esconderijo para drogas, celulares e armas.

Durante toda manhã os reeducandos foram submetidos a revista pessoal, e através do plano estratégico operacional, foram transferidos de suas respectivas celas para o pátio comum.
Em seguida foram realizadas buscas minuciosas nas carceragens, e todos os objetos pessoais foram retirados e levados para a parte externa da unidade prisional.

Houve também a inspeção de todos os colchões, roupas, cobertas, comida, itens de higiene, entre outros utensílios, feita por meio de uso de detector de metal. Ao final da ação não foi encontrada nenhuma infração penal ou administrativa.
O delegado de Alto Araguaia, Marcos Paulo Batista de Oliveira, falou da importância desse tipo de procedimento que deverá ser realizado com frequência.

“É um trabalho preventivo que evita eventual uso ilegal de celular, drogas, condutas incompatíveis com as normas do sistema prisional, e dificulta para que os reeducandos cometam ilícitos extramuros”, destacou o delegado.
O nome da operação “Blocker’ foi em alusão ao bloqueio de uso de aparelhos celulares em presídios, o que é terminantemente proibido pela legislação.

POLÍCIA
Polícia Civil conclui investigação sobre suposta escuta clandestina em gabinete da prefeita de VG
A Polícia Civil concluiu a investigação que apurava a suspeita de instalação de equipamento de escuta clandestina no gabinete da prefeita do município de Várzea Grande.
O caso passou a ser investigado após indícios identificados durante procedimentos internos realizados na sede da administração municipal.
O procedimento investigativo, conduzido pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, apurou que os aparelhos apreendidos se tratavam de campainhas sem fio de uso residencial.
Conforme laudo pericial, os dispositivos são destinados à transmissão pontual de sinais digitais de curto alcance, não possuindo componentes capazes de realizar captação de áudio, imagem ou dados ambientais, tampouco apresentando capacidade relevante de armazenamento de dados.
Com base nos dados técnicos, que concluíram que os aparelhos não apresentam características compatíveis com dispositivos de espionagem ou monitoramento de informações, o delegado da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, Ruy Guilherme Peral da Silva, finalizou as diligências.
“Considerando que não há outras informações concretas acerca da suposta prática de atos clandestinos de captação ambiental no gabinete da Prefeitura Municipal de Várzea Grande, as diligências foram encerradas”, declarou o delegado.
Após o arquivamento do procedimento investigativo, os autos foram remetidos, com cópia, à Procuradoria Municipal de Várzea Grande.
O caso
No dia 20 de março, o comunicante, que é guarda municipal em Várzea Grande e exerce atividades no comando da Guarda Municipal, relatou que, durante vistoria realizada no gabinete da Prefeitura, foram encontrados supostos dispositivos de captação ambiental clandestina.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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