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Sema flagra construção ilegal no Refúgio Corixão da Mata Azul e aplica multa de R$ 30 mil

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A Gerência do Parque Estadual do Araguaia e o Núcleo de Polícia Militar de Novo Santo Antônio encontraram, no último sábado (21.05), três homens fazendo uma construção ilegal dentro da Unidade de Conservação Refúgio de Vidas Silvestres Corixão da Mata Azul, localizado no município de Novo Santo Antônio (1.232km distante de Cuiabá). Durante a ação, uma pessoa foi conduzida até a delegacia e recebeu multa de R$ 30 mil por infração ambiental.

A equipe estava na região em uma atividade de monitoramento de rotina no entorno do Parque Estadual do Araguaia, quando foram encontrados três homens, em um acampamento ilegal, construindo o alicerce de uma casa. A atividade é ilegal pois o Refúgio é uma unidade de proteção integral. 

Um deles portava uma Pistola calibre 380 municiada, e mais dois pentes carregados de balas. Foram encontrados mais uma arma de fogo calibre 22, uma motosserra, e mais 140 (cento e quarenta) munições de diversos calibres. Após todos os procedimentos de inspeção, a Polícia Militar registrou o boletim de ocorrência, conduziu um suspeito para a Polícia Judiciária Civil de Alto Boa Vista.

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O Refúgio Corixão da Mata Azul é uma unidade de proteção integral, criada pela Lei Estadual nº 7.519 de 28 de setembro de 2001, e faz divisa com o Parque Estadual do Araguaia, na região Leste de Mato Grosso. 

Denuncie crimes ambientais 

O cidadão que se deparar com qualquer crime ambiental deve realizar denúncias pelos telefones 0800 065 3838, e WhatsApp (65) 99321-9997.

Fonte: GOV MT

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Corregedoria desenvolve automação para tornar decisões judiciais mais uniformes

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Captura de tela do sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). À esquerda, lista com vários processos; à direita, painel de A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), está desenvolvendo uma série de automações voltadas à modernização das rotinas judiciais da Primeira Instância.

A primeira delas é uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para identificar automaticamente processos que podem estar relacionados a precedentes qualificados, entendimentos já consolidados pelos tribunais sobre processos semelhantes. A inciativa contribui para a uniformização da jurisprudência e para maior eficiência na gestão processual.

Chamada de LegalFlow, a solução faz a leitura da petição inicial logo após a distribuição no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e compara seu conteúdo com uma base de dados de precedentes qualificados. Quando a ferramenta identifica possível correspondência, o sistema cria no PJe uma tarefa denominada “Analisar Precedentes”, permitindo que o usuário avalie a sugestão apresentada pela inteligência artificial.

Na tela, o magistrado ou assessor visualiza um resumo da petição inicial, o precedente identificado e informações sobre o grau de similaridade entre os temas. Caso concorde com a indicação, pode vincular uma etiqueta ao processo para facilitar sua identificação e tratamento. Se entender que não há relação entre o caso concreto e o precedente apontado, basta encerrar a tarefa e o processo segue sua tramitação normal.

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Segundo o diretor do DAPI, Guilherme Schultz, a iniciativa busca enfrentar um desafio recorrente da atividade jurisdicional, a identificação de demandas submetidas a precedentes qualificados.

“Atualmente essa análise exige consultas em diferentes bases de dados e fontes de informação, o que impacta tanto no tempo necessário para pesquisa como na qualidade das respostas. Com a automação, conseguimos agilizar esse trabalho, favorecer a uniformização da jurisprudência e contribuir para uma gestão mais eficiente dos processos”, explica.

Nesta primeira etapa, a ferramenta está voltada à identificação de processos relacionados aos Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs), mecanismo utilizado pelos tribunais para uniformizar o entendimento sobre questões jurídicas que se repetem em diversas ações.

A gestora administrativa do DAPI, Milena Valle Rodrigues, explica que a ferramenta vem sendo utilizada em processos que tramitam nas Varas com competência em Fazenda Pública em todo o Estado. A expectativa, segundo ela, é que a solução seja disponibilizada para todas as unidades judiciais a partir de agosto.

“Também estamos trabalhando na expansão da base de consulta. Até o fim do mês, a ideia é incluir precedentes qualificados do Supremo Tribunal Federal, o STF, e do Superior Tribunal de Justiça, o STJ. Ampliando o alcance da automação e o suporte oferecido às unidades judiciais”, detalha.

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Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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