MATO GROSSO
Comarca de Tangará da Serra troca mobiliário do Tribunal do Júri
MATO GROSSO
A diretora do Fórum de Tangará da Serra, juíza Anna Paula Gomes de Freitas, agradeceu a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Helena Póvoas, pela mudança do mobiliário do Tribunal do Júri da Comarca (252 Km de Cuiabá). A substituição dos móveis, na visão da magistrada, tem contribuído para a melhoria do atendimento aos jurisdicionados feito pelos servidores, servidoras, juízes e juízas da unidade. Além de sessões de julgamento, o espaço é utilizado para reuniões realizadas pelo Judiciário.
A juíza Anna Paula entende que a troca do mobiliário, autorizada pela presidente do Tribunal de Justiça, demonstra o olhar humano da desembargadora em promover a eficiência do trabalho na prestação jurisdicional.
A magistrada assinalou ainda que a organização do ambiente com os novos móveis tem causado impactos positivos e relevantes, uma vez que, além de magistrados e servidores, também é espaço de atuação do corpo de jurado, membros do Ministério Público, profissionais do meio jurídico, testemunhas e estagiários que auxiliam as sessões.
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: Foto 1 – Imagem no formato horizontal com o novo mobiliário, com mesas e cadeiras.
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
Fonte: Tribunal de Justiça de MT
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MATO GROSSO
Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família da juíza Mariana Ferreira
“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.
Autor: Flávia Borges
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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