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HF BRASIL/CEPEA: Custos de produção de batata disparam em dois anos
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Cepea, 06/10/2022 – No “Especial Batata” deste ano, a Equipe da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que, pelo segundo ano consecutivo, houve forte aumento nos custos de produção do tubérculo em todas as praças em que o levantamento é realizado. Mesmo diante de uma produtividade considerada normal, o custo total médio de produção da saca da batata beneficiada deve ultrapassar os 50 Reais em algumas regiões em 2022.
Segundo pesquisadores da Equipe de HF do Cepea, os principais motivos para a disparada nos custos em dois anos foram as fortes valorizações dos fertilizantes, do óleo diesel e do arrendamento.
No caso do primeiro item, os preços do fertilizante dobraram em praticamente todas as regiões em dois anos, com casos de os valores triplicando, como no Sul de Minas Gerais. A boa notícia é que, para a temporada das águas 2022/23, verifica-se desvalorização dos fertilizantes quando comparados aos da safra de inverno 2022.
Outro item que teve um aumento muito acentuado nos preços foi o óleo diesel. Como quase tudo depende de transporte de caminhão, caminhonete ou operação mecânica que demanda o diesel, a valorização desse item influenciou fortemente os custos de produção. O valor do arrendamento vem na sequência, tendo em vista o significativo incremento, por conta do boom das commodities e de outras culturas. Os resultados completos dos custos de produção você confere na matéria de capa deste Especial Batata 2022, a partir da página 10.
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ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de hortifrúti aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Margarete Boteon: [email protected].
Fonte: CEPEA
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Modalidade de arrasto de praia supera 80% da cota de captura da tainha
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que, neste sábado (6/06), a modalidade de arrasto de praia superou 80% da cota de captura da tainha (Mugil liza) estabelecida para a temporada de pesca de 2026.
Para essa modalidade, o limite total de captura foi fixado em 1.332 toneladas, conforme previsto no art. 4º, inciso IV, da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026.
De acordo com a regulamentação vigente, a atividade será encerrada quando a captura alcançar 90% da cota estabelecida.
A medida faz parte das ações de ordenamento e gestão sustentável da pesca da tainha, com o objetivo de garantir a conservação do estoque pesqueiro e a manutenção da atividade econômica para as comunidades que dependem da espécie.
As informações são atualizadas diariamente por meio do Painel de Monitoramento da Temporada, plataforma oficial do Governo Federal destinada ao acompanhamento das capturas. Novos comunicados serão divulgados conforme a evolução dos dados de monitoramento.
ASCOM
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