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Racismo estrutural: vem aí a 17ª edição do programa Magistratura e Sociedade

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Nesta terça-feira (31 de janeiro), a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) divulgará a nova edição do programa Magistratura e Sociedade, cujo principal assunto abordado é o racismo estrutural. A 17ª edição traz uma entrevista com a doutora em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Silviane Ramos Lopes e com a juíza do Trabalho Claudirene Andrade Ribeiro, que atua no TRT da 23ª Região.
 
A conversa com o juiz e professor de Filosofia da Esmagis-MT, Gonçalo Antunes de Barros Neto, poderá ser conferida amanhã no canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso no YouTube, bem como no site da Esmagis-MT https://esmagis.tjmt.jus.br/noticias .
 
Historiadora e professora, Silviane Lopes também é mestre em História e especialista em Sociedade, Meio Ambiente e Políticas Públicas pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Quilombola, ativista e antirracista, ela atua em diversas frentes, como no movimento sociocultural coletivo “Herdeiras do Cariterê”, da qual é membro fundadora, do coletivo “Potências Negras”, do Fórum de Mulheres Negras de Mato Grosso, entre outros.
 
Já a juíza Claudirene Andrade Ribeiro é doutoranda em Direito Social e Seguridade Social pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em Direito Agroambiental e em Educação. Além do curso de Direito, também é graduada em Geografia, ambos pela UFMT. Após exercer a advocacia de 2001 a 2004, ela assumiu uma vaga no TRT da 14ª Região e, posteriormente, no TRT da 23ª Região. Ex-empregada doméstica, hoje é juíza titular da Segunda Vara do Trabalho de Tangará da Serra.
 
O Magistratura e Sociedade é um programa idealizado pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso com o intuito de ofertar reflexão teórica a partir da perspectiva das ciências sociais, notadamente filosofia, sociologia e política social, visando ao aperfeiçoamento da atividade jurisdicional, bem como ampliar o conhecimento de magistrados em ciências sociais.
 
Para assistir aos programas anteriores, clique neste link.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: print de tela de computador durante a entrevista. À esquerda, duas mulheres e um homem estão estampados. Todos sorriem. À direita, texto: Programa de Entrevista sobre fundo azul.
 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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