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Superior Tribunal de Justiça discute protocolo para julgamento com perspectiva de gênero

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) realiza, nos dias seis e sete de março, das 10h às 17h30 (horário de Brasília), o Seminário Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero: teoria e prática. O evento é voltado para magistrados e magistradas de todo o país, pessoas do meio jurídico em geral, servidores e servidoras públicas e estudantes de Direito.
 
O seminário está organizado para ser presencial e a distância, com transmissão pelo canal do STJ no YouTube. As inscrições podem ser feitas até 1º de março, e devem ser realizadas pelo link: https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Institucional/Educacao-e-cultura/Eventos/SeminarioProtocolo-para-julgamento-com-perspectiva-de-genero.aspx
 
 
Com o apoio da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), o STJ vai fornecer certificado de 11h para os participantes do evento que registrarem a frequência integral. Mais informações pelo endereço: [email protected].
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto colorida em formato horizontal da arte do evento, na cor magenta, que traz como ilustração central pessoas. Na parte superior a data e horário do evento e a marca do STJ. E na parte inferior o nome do seminário.
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Profissionais da SES compartilham alegrias e desafios do trabalho na Saúde de MT

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Na Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), 6.662 profissionais se dedicam diariamente para prestar um atendimento de excelência à população de Mato Grosso. Todos eles merecem reconhecimento pelo Dia do Trabalhador, comemorado em 1º de maio.

Entre os servidores, há biólogos, biomédicos, cirurgiões-dentistas, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, médicos veterinários, nutricionistas, odontólogos, psicólogos, maqueiros, entre outras categorias que prestam serviço em saúde.

Além deles, a SES também conta com advogados, administradores, analistas de sistemas, arquivologistas, arquitetos, assistentes sociais, biblioteconomistas, contadores, economistas, engenheiros, estatísticos, historiadores, motoristas, telefonistas, entre outros profissionais, todos fundamentais para o trabalho de gestão da saúde pública.

“Parabenizamos todos os trabalhadores da Secretaria de Estado de Saúde e reconhecemos o empenho desempenhado em suas funções, para que os cidadãos do Estado sejam atendidos com eficiência nas nossas unidades”, afirmou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.

Para melhorar as condições de trabalho dos servidores e garantir o bom atendimento à população, a Secretaria investiu R$ 51,4 milhões na modernização e ampliação de sua sede em 2,4 mil metros quadrados de área construída. Além disso, a pasta investe na modernização de todas as unidades de saúde mantidas pelo Estado.

Com vasta experiência na área de saúde, a assistente social Eliete Vasconcelos, 63 anos, trabalha no Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac) desde 1999, onde tem realizado as suas atividades tanto na assistência ao usuário, como na gestão dos serviços.

“Fui gerente por duas vezes, o que me proporcionou um amplo conhecimento das legislações do SUS, especificamente da reabilitação e das atividades desenvolvidas na instituição. Tenho uma paixão enorme pelo SUS, especialmente pelo Cridac. Já tive várias propostas para sair de lá, mas eu creio que a minha missão é permanecer ali até me aposentar. Eu acho que dessa forma eu posso contribuir com o trabalho do Cridac, da SES e do SUS em geral”, contou.


A servidora participou do setor de Educação em Saúde de 2013 a 2022, ajudou a implementar o Núcleo de Educação Permanente em Saúde (Neps) e hoje é coordenadora no grupo condutor estadual da Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência (PCD), em que contribui para a melhoria das atividades desenvolvidas pelas unidades de saúde em prol de PCDs.

“O público-alvo do meu atendimento são os trabalhadores tanto do Cridac, como dos Escritórios Regionais de Saúde, das unidades descentralizadas de reabilitação e dos centros especializados, em que passo informações e orientações, discutimos as políticas vigentes, os projetos terapêuticos singulares, as padronizações dos processos de trabalho. Trabalhamos também dentro do grupo condutor a implantação de habilitação e a implementação da rede de cuidados no Estado”, afirmou.

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A enfermeira Mariinha Batista, 54 anos, trabalha no Hospital Estadual Santa Casa desde 2019 e entende que, para além do paciente, precisa ter um olhar cuidadoso para os acompanhantes, para a sua família.

“Trabalhar na Santa Casa é uma dádiva de Deus, por unir o que eu mais gosto, que é a minha profissão de enfermagem, e saber que estou contribuindo para a recuperação daqueles que procuram os serviços de saúde na nossa instituição”, contou.


A servidora soma 30 anos de experiência na área de enfermagem, mas continua desenvolvendo novas competências todos os dias. “A cada plantão, a gente aprende algo. Isso é muito importante para o nosso desenvolvimento como pessoa, profissional e ser humano. Quando chego no final de cada plantão e vejo o paciente com um largo sorriso, agradecendo pelo ótimo atendimento, dizendo que está melhor e não sente mais dores, isso não tem preço. Eu vou para a minha casa com o coração pulando de alegria”, disse.

Ela lamentou as situações tristes que, às vezes, acontecem. “Também tem aquelas situações que, infelizmente, a gente sai em lágrimas: o momento da perda que existe na nossa área. Já aconteceu comigo de eu ter que ir no outro cômodo chorar, lavar o rosto e voltar para fazer o acolhimento daquela família que teve a perda do seu ente querido”, confessou.

Mariinha considera que a equipe da Santa Casa é muito competente e comprometida, que trabalha sempre na mesma sintonia para o bem de todos que procuram o atendimento da unidade.

“A Santa Casa é um hospital de suma importância para o atendimento de toda a população, não só de Mato Grosso, mas sim do Brasil. Temos paciente de vários Estados. Hoje sou uma profissional realizada, amo a minha profissão e estou em um dos melhores hospitais da região”, concluiu.

A enfermeira Rosimeire Krause, 56 anos, sendo 31 anos no MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, destaca a relação de respeito com os pacientes.

“Minha relação com os usuários é pautada no respeito, na escuta e no acolhimento, especialmente por se tratar de um serviço que envolve tanto a solidariedade dos doadores quanto a vulnerabilidade dos pacientes”, avaliou.

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A servidora trabalha desde 2018 na área de gestão da qualidade do hemocentro. “Nesse papel, trabalho na implementação de ferramentas voltadas para a melhoria contínua dos processos, sempre com foco na segurança, eficiência e qualidade do atendimento do MT Hemocentro”, afirmou.

Rosimeire já atuou diretamente na assistência, executando, supervisionando e avaliando os procedimentos hemoterápicos no atendimento a doadores de sangue e também no acompanhamento ambulatorial de pacientes com doenças hematológicas, especialmente em transfusão sanguínea.

“Esse contato direto com o público sempre foi muito significativo para mim, pois permitiu compreender de perto as necessidades dos usuários e ajudar a proporcionar um atendimento mais humanizado. Acredito que minha trajetória contribui para o fortalecimento dos serviços de hemoterapia no Estado, principalmente por aliar experiência prática, gestão e qualidade”, avaliou.

Já a biomédica Dilma de Alencar, 59 anos, trabalha no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado de Mato Grosso (Lacen-MT), também da SES-MT, há 25 anos.

“A minha experiência na SES foi muito boa porque nesses 25 anos eu aprendi muito e todos os dias eu aprendo mais. Todo dia é um aprendizado. É muito gratificante trabalhar no Lacen, fazer parte da SES e servir o público, atender e ver que você conseguiu chegar no resultado final rapidamente”, afirmou.


A servidora é a responsável técnica pela recepção das amostras para a realização dos exames no Lacen; ela presta todos os esclarecimentos necessários e tira as dúvidas de representantes dos 142 municípios.

“Eu preconizo que ninguém fique sem resposta e que todos sejam bem atendidos. Eu sempre falo para a minha equipe: ‘vamos nos colocar no lugar dos outros, vamos pensar que poderia ser um exame meu, do meu filho, de uma família’. Então sempre tenho este olhar de me colocar no lugar do outro, de estar ali esperando alguém me dar uma resposta sobre o exame”, avaliou.

Dilma destacou a importância da união de toda a equipe para o excelente desempenho do Lacen. “Eu tenho 25 anos como funcionária pública e nunca faltei ao serviço porque simplesmente não quis ir trabalhar. É muito gratificante, eu amo o que eu faço”, concluiu a profissional.

Fonte: Governo MT – MT

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