MATO GROSSO
Podcast traz reflexão sobre como a tecnologia impacta todas as gerações
MATO GROSSO
A conexão formada pelo compartilhamento de experiências pode aproximar todas as gerações, não importando a idade, e a tecnologia é um ponto de encontro para isso acontecer. A reflexão foi feita pelo professor Ricardo Moreira, que coordena Ensino a Distância (EAD), na Escola Técnica de Tecnologia e Informação ETE/Seciteci, no 17º episódio do podcast Conecta Jovem, do Governo do Estado, que abordou os encontros das gerações nesse século e como a tecnologia acaba por ser o ponto comum entre as diferentes idades
“Esse encontro de gerações é muito legal. Cada um pega aquilo que é interessante para ele e aprende o que precisa. Os jovens trazem as experiências deles, e os mais velhos trazem os conhecimentos adquiridos com o passar dos anos. Hoje não tem como mais viver fora do ambiente de tecnologia e os jovens podem ajudar os adultos que não cresceram dentro dessa realidade a se inserir”, comentou Ricardo.
O podcast também abordou a volta do analógico, que vem conquistando os jovens que querem entender melhor como era na época dos pais e dos avôs. “A gente ouvia vinil e fita cassete lá nos anos 80 e 90. Muita gente nem viu isso. Aí veio migrando, passando pelo CD e chegando aos streamings. Agora, os jovens querem ouvir o som com um pouco mais de qualidade, querendo ouvir um pouco mais de detalhe e estão voltando para o vinil”, ponderou.
Além desses temas, o episódio ainda abordou as características de cada geração, como elas são impactadas pela tecnologia, e como a modernidade revolucionou a forma de ensino em sala de aula.
O 17º episódio do podcast Conecta Jovem já está disponível no YouTube e Spotify.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais
Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.
Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.
Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.
O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.
A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.
Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.
Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.
“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.
O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.
Fonte: Governo MT – MT
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão

