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Sapezal prorroga teletrabalho na unidade judicial por 15 dias

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A Comarca de Sapezal vai continuar atendendo os advogados e advogadas, membros do Ministério Público e da Defensoria Pública, como também os jurisdicionados e a sociedade de forma geral, por meio do regime de teletrabalho. Como os serviços de manutenção no prédio do Fórum (509 Km da Capital) não foram concluídos, o juiz-diretor da unidade judicial, Daniel Campos Silva de Siqueira, decidiu prorrogar o atendimento virtual por mais 15 dias úteis.
 
Durante esse período, conforme determinação do magistrado, não vai haver suspensão de prazos processuais, uma vez que a reforma do edifício não causa impactos à acessibilidade do sistema Processo Judicial Eletrônico (PJe), no qual tramitam todos os processos judiciais da Comarca.
 
A Portaria 07/2023, publicada no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) e que vai ser disponibilizada amanhã, sexta-feira (17 de março), traz todos os contatos virtuais e eletrônicos da unidade.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.

Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.

De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.

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Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.

Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.

A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.

Fonte: Governo MT – MT

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