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Escola Institucional oferece 1º curso do projeto Trilhas Organizacionais

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O projeto Trilhas Organizacionais, desenvolvido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, disponibilizou nesta semana o curso “Segurança da Informação” a membros, servidores e estagiários do MPMT. A qualificação é ministrada por servidores do Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) e está disponível na modalidade de ensino a distância, na Plataforma de Aprendizagem do Ceaf.

O coordenador da Escola Institucional, promotor de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, explica que o projeto surgiu a partir das reuniões de construção do Plano Anual de Capacitação (2023) com as equipes e chefes de departamentos. “O projeto visa a realização de iniciativas destinadas a pesquisa, utilizando-se da produção de registros audiovisuais que contemplem as práticas de gestão de processos dos departamentos da Procuradoria-Geral de Justiça”, afirmou.

Ele argumenta que o Trilha Organizacional potencializa a gestão do conhecimento, melhora o fluxo de informações, capacita a organização com maior agilidade e produz entregas mais qualificadas e alinhadas às necessidades dos usuários.

O curso Segurança da Informação possui carga horária de uma hora.  É ministrado pelo assessor de Tecnologia do DTI, Kembolle Amilkar de Oliveira. O conteúdo programático inclui abordagens sobre segurança de dispositivos móveis, navegação segura, compra segura, assinatura digital, segurança de dispositivos corporativos e home office, engenharia social e vazamento de dados pessoais e corporativos.

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Capacitação interna – O projeto Trilhas Organizacionais contempla ainda cursos destinados ao público interno de cada departamento. Na segunda-feira (28), por exemplo, a equipe do DTI participará de um curso sobre segurança da informação intermediária.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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