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Vereador quer homenagear ex-comandante do 9º BEC com título de cidadão cuiabano

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O vereador Wilson Kero Kero (Podemos) apresentou o projeto de decreto legislativo nº 414/2023 para conceder título de cidadão cuiabano ao ex-comandante do 9º Batalhão de Engenharia e Construção, coronel André Luiz Vieira Cassiano, pelos relevantes serviços prestados a Cuiabá. A proposta entrou em tramitação na Câmara de Vereadores no dia 12 de maio.&nbsp
Nascido em 8 de outubro de 1971, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o coronel é formado pela Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) desde 3 de dezembro de 1994 e seus avós paternos são naturais de Mato Grosso. Após a conclusão do Curso de Formação de Oficiais, André foi lotado no 9° Batalhão de Engenharia de Construção (9º BEC), Batalhão General Couto de Magalhães, onde serviu entre os anos de 1995 e 1997.
“Nesse período, exerceu diversas funções, onde pode-se destacar a de Comandante de Pelotão durante o período de formação básica dos recrutas, Instrutor-Chefe do Curso de Formação de Cabos e a Chefia de Residência de Jangada que tinha como missão fornecer insumos para o asfalto necessário à recuperação da BR 163, entre o trecho de Posto Gil e Rurópolis”, justifica o parlamentar.&nbsp
Wilson Kero Kero lembra que, em 2017, o coronel André foi nomeado para o comando do 9° BEC, no biênio 2018/2019. Nessa ocasião, teve como principal missão à frente do batalhão o término das obras de pavimentação de ruas da cidade de Campo Grande, a construção da pista de táxi do 3° Batalhão de Aviação do Exército e o início das obras de ampliação do aeroporto da cidade de Dourados.&nbsp
“Quando comandante do Batalhão, o coronel procurou realizar diversas atividades em prol da sociedade mato-grossense, tais como: Ação Cívico Social na Escola Municipal Dom Bosco do Praeirinho, revitalização dos marcos históricos do batalhão nas BR 070 e 163, apoio à expedição Pioneiros da BR 163, participação com estande do&nbsp
batalhão na ExpoLucas nos anos de 2018/2019”.&nbsp
Durante a sua carreira, teve a oportunidade de servir na Escola de Instrução Especializada, 8º Batalhão de Engenharia de Construção, Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, 5° Grupamento de Engenharia e, atualmente, exerce a função de Prefeito Militar da Zona Sul.&nbsp
MISSÃO NO EXTERIOR – No exterior, exerceu a função de Supervisor Internacional de Desminagem na Nicarágua entre os anos de 2004/2005 foi integrante do 9° Contingente da Companhia Engenharia de Força de Paz no Haiti.&nbsp
“Vale ressaltar que nessa ocasião prestou socorro às vítimas do terremoto de 12 de janeiro de 2010 e serviu no Estado-Maior da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti em 2015/2016 exercendo a função de Oficial de Mobilidade e Contra mobilidade”, destacou o vereador.&nbsp
Ao longo de sua carreira militar, foi condecorado com aproximadamente vinte medalhas. Com Destaque para Ordem do Mérito Militar Cavaleiro, Medalha da Ordem do Mérito Bombeiro Militar Cavaleiro, Medalha Militar de Ouro, Medalha do Pacificador, Medalha do Serviço Amazônico. No exterior, foi condecorado com: a Medalha da Nações Unidas (HAITI) com numeral 3, Medalha da Organização dos Estados Americanos, Medalha da Junta Americana de Defesa e Medalha Mérito Militar Soldado da Pátria.

SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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