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Curta-metragem é lançado como ferramenta pedagógica para escolas de MT

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Como parte das ações do Projeto Cibus – Você tem fome de quê?, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso lançou nesta quinta-feira (18) o curta metragem “O Delicioso Cardápio de Descobertas de Alice”, que será distribuído às escolas de Mato Grosso. O lançamento ocorreu durante reunião virtual organizada pela coordenadora do projeto, promotora de Justiça Maria Coeli Pessoa de Lima, com a participação de representantes de Diretorias Regionais de Educação, Secretarias Municipais de Educação, União dos Dirigentes  Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

“Organizamos esta reunião para pedir ajuda, para que os senhores e senhoras incentivem a utilização desse vídeo nas escolas para conscientização sobre a necessidade de falarmos sobre a fome. Não podemos deixar de mostrar que o problema existe, mesmo em um estado que é produtor de grãos, para despertar o senso crítico em nossas crianças”, destacou a promotora de Justiça.

Segundo ela, o vídeo reflete o entendimento do Ministério Público do Estado de Mato Grosso de que a educação é um componente transformador na vida de pessoas, especialmente das crianças.  A animação é utilizada como instrumento pedagógico para tratar de temas como meio ambiente, economia, agricultura, processos migratórios, infraestrutura, agronegócio e ciências sociais em atividades que podem ser trabalhadas de forma interdisciplinar, cuja abrangência dependerá da idade e série da criança.

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A animação é destinada a crianças na faixa etária de seis a 10 anos. Durante a reunião, o jornalista Anderson Pinho, lotado no Departamento de Comunicação do Ministério Público, explicou as etapas de produção, destacando que o vídeo apresenta recortes das realidades regional e nacional. 

Baixe aqui o curta metragem 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Tribunal do Júri condena autor de feminicídio e furto contra companheira

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O Tribunal do Júri da Comarca de Juscimeira (158 km de Cuiabá) condenou, nesta quarta-feira (22), Claudemir Ferreira dos Santos, conhecido como “Baiano”, a 16 anos de reclusão, em regime fechado, pelos crimes de feminicídio e furto. O réu foi condenado pelo assassinato de Rosângela Oliveira da Silva, sua companheira, ocorrido no dia 1º de abril de 2024.O crime aconteceu na residência do casal, localizada no município de Juscimeira. De acordo com a acusação sustentada em plenário pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime foi praticado por motivo fútil, com emprego de meio cruel e por razões da condição de sexo feminino, em contexto de violência doméstica e familiar, o que caracterizou o feminicídio.Segundo consta nos autos, o casal mantinha relacionamento há aproximadamente dois anos e, no dia dos fatos, uma discussão motivada por ciúmes evoluiu para extrema violência. Durante o desentendimento, Claudemir desferiu pelo menos 11 golpes de faca contra Rosângela, deixando a arma cravada no pescoço da vítima, causando sofrimento intenso e levando-a à morte ainda no local. Conforme a denúncia, após o homicídio, o réu fugiu levando o veículo da vítima, um Fiat Cronos, além de um aparelho celular e um cartão bancário, configurando também o crime de furto.Durante a sessão de julgamento, a defesa apresentou teses de desclassificação do crime e de homicídio privilegiado, alegando domínio de violenta emoção após suposta injusta provocação da vítima em razão de uma suposta traição da vítima. Mesmo sendo o privilégio incompatível com o reconhecimento do feminicídio e das qualificadoras imputadas diante da vedação da tese da legítima defesa da honra pelo julgamento da ADPF 779, a defesa insistiu na formulação do quesito correspondente. Submetido à deliberação do Conselho de Sentença, o quesito foi rejeitado de forma absoluta, com votação unânime contrária, demonstrando que os jurados não acolheram qualquer argumento que pudesse atenuar a responsabilidade penal do acusado.O Conselho de Sentença reconheceu, por maioria, a materialidade e a autoria do homicídio qualificado, bem como todas as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público sendo, motivo fútil, meio cruel e feminicídio. Também foi reconhecida a prática do crime conexo de furto, igualmente com rejeição integral das teses absolutórias.Na sentença, o juiz presidente Alcindo Peres da Rosa fixou a pena definitiva em 16 anos de reclusão, somadas as penas do homicídio qualificado e do furto, além de 10 dias-multa, determinando o início do cumprimento em regime fechado. O magistrado também negou ao réu o direito de recorrer em liberdade e autorizou a execução provisória imediata da pena, diante do quantum aplicado e da gravidade concreta dos crimes.A promotora de Justiça Cynthia Quaglio Gregorio Antunes destacou, ao longo da acusação, a importância do julgamento para a responsabilização de crimes praticados contra mulheres no âmbito doméstico, ressaltando que a condenação reforça o papel do MPMT na proteção da vida e na efetivação da política de enfrentamento à violência de gênero. O MPMT considerou ainda que, diante da brutalidade do crime, a pena não foi proporcional à culpabilidade do réu, e por isso recorreu da sentença para aumentar a pena.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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