MATO GROSSO
Sema-MT atende produtores com orientações sobre 350 CARs durante mutirão ambiental
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Analistas da Sema-MT tiraram dúvidas e orientaram os produtores sobre pendências de mais de 350 Cadastros Ambientais Rurais (CARs).
O mutirão foi realizado em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), e Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
“Foi um grandioso evento em que o sindicato rural conseguiu trazer o produtor para sanar as suas dúvidas a respeito do seu CAR”, comemorou o presidente do Sindicato Rural de Pontes e Lacerda, Michel Leinat.
A secretária adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto ressaltou a importância das parcerias entre sindicatos rurais da região, prefeituras, Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e Associação de Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja) para a realização do mutirão.
“É um momento em que nos aproximamos do produtor e auxiliamos ele na regularização do Cadastro Ambiental Rural e do Código Florestal e ajudamos o Vale do Guaporé a ter uma produção sustentável. É importante agora que o produtor continue o processo e acompanhe junto com o responsável técnico para que as pendências sejam sanadas para validar o CAR”, afirmou.
Os municípios atendidos sobre o Sistema Mato-grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar) foram Campos de Júlio, Comodoro, Conquista D Oeste, Figueiropolis D’Oeste, Indiavaí, Jauru, Nova Lacerda, Pontes e Lacerda, Vale de São Domingos e Vila Bela da Santíssima Trindade.
O deputado estadual Valmir moretto destacou que o mutirão é um trabalho necessário e importante para a região. “Gostaria de agradecer ao sindicato rural é uma iniciativa que ajuda a trazer resoluções para a nossa região”.![]()
Por meio do Simcar em Campo, analistas da Sema conversaram individualmente com produtores rurais e responsáveis técnicos para explicar as pendências que devem ser regularizadas para validação do Cadastro Ambiental Rural (CAR).
A Sema também atendeu o Simcar Assentamentos e ministrou palestras sobre Oportunidades e desafios na regularização do imóvel rural e Usos e restrições de áreas úmidas, com as secretarias adjuntas Luciane Bertinatto, de Gestão Ambiental e Lilian Santos, de Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos.
Este é o terceiro mutirão ambiental realizado este ano. Em junho, foi realizado o Mutirão Ambiental Vale do Araguaia, em Barra do Garças, e, em julho, o Mutirão Ambiental Vale do Cuiabá.
Fonte: Governo MT – MT
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Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.
Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.
As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.
Focos de calor
Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.
Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.
É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.
Fiscalização – Operação Infravermelho
O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.
Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.
Incêndios extintos
Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.
Proibição do uso do fogo
O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.
O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).
Fonte: Governo MT – MT



