MATO GROSSO
Comarca de Jaciara abre processo seletivo para credenciamento de fisioterapeuta
MATO GROSSO
A Comarca de Jaciara abriu processo seletivo para credenciamento de profissional de Fisioterapia. O regulamento e anexos constam no Edital nº 007/2023/DF
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no período de 10 a 25 de agosto, exclusivamente por meio do Protocolo Administrativo Virtual (PAV) (https://pav.tjmt.jus.br/geracao-protocolo).
Podem concorrer a vaga profissionais formados em Fisioterapia, maiores de 21 anos, sem antecedentes criminais e que não exerçam cargo público inacumulável.
Dentre os critérios de avaliação, estão tempo de serviço público, tempo de experiência profissional, formação e titulação acadêmica.
Os candidatos habilitados no processo seletivo serão credenciados pela Presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, nos termos do Provimento TJMT/CM n. 17/2023. O prazo de validade do processo seletivo é de dois anos, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período, automaticamente, contando a partir da data da publicação da homologação.
O (a) profissional credenciado (a) prestará assistência fisioterapêutica aos magistrados e servidores, elaborará diagnóstico cinesiológico funcional, estabelecerá programa terapêutico, poderá requerer exames dos pacientes, registrará prontuário com evolução, intercorrências e condições do tratamento que prescrever, entre outras atribuições.
O (a) fisioterapeuta credenciado (a) será remunerado (a) por abono variável, de cunho puramente indenizatório, por suas atuações em favor do Estado, sem prejuízo das demais atividades próprias do exercício da função, observando-se o teto máximo equivalente a 80% do subsídio do cargo efetivo de Analista Judiciário.
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
MATO GROSSO
Comarca de Tangará capacita cerca de 250 profissionais da rede de proteção à Infância e Juventude
Cerca de 250 representantes da rede de proteção à Infância e Juventude de Tangará da Serra foram capacitados nos últimos três meses pela 2ª Vara Cível da Comarca sobre a entrega voluntária, direito assegurado por lei, que permite a mulher entregar voluntariamente o recém-nascido para adoção. Na tarde de terça-feira (07), cerca de 30 profissionais que atuam no atendimento das gestantes e parturientes do Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti De Brito participaram de palestra sobre a temática.Segundo a juíza da 2ª Vara Cível, Raiza Vitória de Castro Rego Bastos Gonzaga, a iniciativa iniciada em maio, no Mês da Adoção, surgiu após a constatação de que profissionais da saúde e da assistência social do município não tinham conhecimento sobre a existência da entrega voluntária, também conhecida como entrega legal.
“O nosso intuito é conscientizar profissionais, fortalecer a rede de proteção à Infância e Juventude, alinhar o fluxo de atendimento e sensibilizar toda a rede para que a atuação seja feita de uma forma respeitosa, acolhedora e, principalmente, livre de julgamentos”, explicou a magistrada.
Raiza ressaltou que o desconhecimento sobre a entrega legal por parte daqueles que atuam em contato direto com as gestantes acabou gerando um distanciamento entre as mulheres e a Vara da Infância e Juventude.“Vimos que um dos fatores para o baixo número de casos de entrega legal na Comarca era justamente essa falta de conhecimento por parte dos profissionais. Além disso, os últimos casos de entrega voluntária ocorridos no município revelaram a necessidade do aprimoramento do fluxo junto ao hospital municipal, local onde ocorre a maioria dos partos”, afirmou.
Nos encontros conduzidos pela magistrada e pela equipe multidisciplinar da Vara da Infância e Juventude, composta pela psicóloga, Valéria Martinazzo e a assistente social, Fernanda Fachin, foi explicado como funciona a entrega voluntária, os direitos das gestantes e genitoras que manifestam interesse, a importância do acolhimento humanizado, como a mulher tem direito a acompanhamento técnico e judicial durante todas as etapas, entre outras informações.
A magistrada também destacou que desde o início das capacitações já foi possível perceber uma mudança de comportamento por parte dos profissionais atuantes na rede de atendimento as mulheres.
“Levar informações e difundir o conhecimento para mais de duzentos profissionais tem sido extremamente positivo. Esse avanço já se materializou na procura de mulheres pela Vara da Infância e Juventude em busca de informações sobre a entrega voluntária”, contou.
A expectativa até o fim do ano é de que mais de 300 profissionais da rede de proteção à Infância e Juventude de Tangará da Serra sejam capacitados sobre o tema. “Além disso, neste segundo semestre, pretendemos dialogar diretamente com as gestantes acompanhadas pela assistência social local”, finalizou a juíza.
Autor: Larissa Klein
Fotografo:
Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
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