MATO GROSSO
MT Hemocentro realiza coleta de sangue e cadastro de voluntários no Dia Mundial do Doador de Medula Óssea
MATO GROSSO
O agendamento para a doação deve ser realizado por este link. Conforme a diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, para se cadastrar como um doador voluntário, é necessário ter entre 18 e 35 anos, apresentar documento oficial com foto, não possuir doenças hematológicas ou neoplásicas e não ter doenças infecciosas ou do sistema imunológico.
Durante o cadastro no Hemocentro, é feita coleta de 5 ml de sangue. Após isso, o nome do doador é lançado no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Depois, ele aguarda a convocação – que só ocorre após a compatibilidade com um receptor. É importante manter os dados de cadastro atualizados.
“A doação de medula óssea é um ato de solidariedade e pode ajudar pacientes que têm o transplante como única chance de cura. Se você quer e pode doar medula óssea, faça o seu cadastro junto ao MT Hemocentro e salve vidas”, enfatizou a diretora da unidade especializada.
A medula óssea é usada para o transplante em pacientes que são acometidos por doenças como aplasias de medula óssea, alguns tipos específicos de leucemia, câncer, anemias e linfomas (doença que surge quando as células do nosso sistema linfático sofrem transformações, inclusive cancerígenas).
Doação de sangue
Além de se cadastrar para ser doador de medula óssea, a população também poderá fazer doação de sangue.
“Estaremos abertos no sábado para cadastrar doadores voluntários de medula óssea e também para coletar sangue, pois seguimos na missão de salvar a vida das pessoas que estão hospitalizadas ou que precisam da bolsa de sangue para tratamento médico”, explica Gian.
Embora haja a necessidade de todos os tipos sanguíneos, no momento a maior carência é pelos tipos negativos A-, AB-, B- e O-, além do tipo O+.
O Ministério da Saúde recomenda que o doador compareça à unidade portando um documento oficial com foto, tenha mais de 51 quilos, esteja em bom estado de saúde e tenha uma alimentação saudável. Os candidatos precisam ter idades entre 16 e 69 anos, 11 meses e 29 dias e nunca devem doar sangue em jejum.
Homens podem fazer até quatro doações anuais, com intervalo de dois meses entre cada uma. Já as mulheres podem fazer três doações por ano, com um intervalo de três meses.
Em cada coleta é retirado um volume aproximado de até 450 ml de sangue. Recomenda-se, nas primeiras horas pós-doação, descanso e evitar atividade física e ingestão de bebida alcoólica.
Serviço
Além do link de agendamento, as doações podem ser agendadas por meio dos telefones (65) 3623-0044 (Ramal 221 e 222) e WhatsApp (65) 98433-0624. A sede do MT-Hemocentro está localizada na Rua 13 de Junho, nº 1.055, Centro Sul, Cuiabá.
O funcionamento regular da unidade ocorre de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 17h30.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]


