MATO GROSSO
Segunda edição do EduMotivacão teve participação de mais de 21 mil profissionais da Rede Estadual
MATO GROSSO
A terceira e última etapa do projeto encerrou na última sexta-feira (20.09), em Confresa (1.060 km de Cuiabá), com a presença de professores, diretores, coordenadores e secretários escolares das 13 cidades que compõem a Diretoria Regional de Educação (DRE) de Confresa.
A ação teve como objetivo estimular as práticas de integração entre os profissionais da Rede Estadual, valorizando o profissional e incentivando a atuação dos gestores educacionais no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), em 2023.
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, comemorou a finalização da segunda edição do EduMotivação, que proporcionou trocas, ensinamentos e boas risadas aos profissionais.
“Finalizamos mais uma edição do EduMotivação, e, dessa vez, com a participação de mais de 21 mil profissionais da Rede Estadual, além de prefeitos e secretários municipais que compõem os 141 municípios abrangidos pelas DREs. Essa ação é uma das políticas públicas do Plano Educação 10 anos, que busca fortalecer, motivar e acolher o profissional da nossa rede, através de ações que se expandem para as salas de aula. Com isso, eu tenho certeza que vamos nos destacar no avanço da área pedagógica e melhorar os índices de educação de Mato Grosso, com resultados excelentes dos nossos estudantes através da Saeb em 2023”, ponderou o secretário.
Para o prefeito de Confresa, Ronio Condão, as ações do Governo de Mato Grosso, através da Seduc, têm sido fundamentais para o desenvolvimento da educação no município. “É muito gratificante ver como o governo tem investido e se preocupado com os profissionais que atuam nas escolas. Essas ações se juntam aos investimentos estruturais, tecnológicos e educacionais dentro e fora das escolas”, disse.
O prefeito ainda destacou as parcerias entre Estado e município para o desenvolvimento dos programas Alfabetiza MT, o Mais MT Muxirum e o Transcolar Rural.
Etapa Confresa
A professora Alda Patrícia, da Escola Estadual Cerejeiras, do município de Nova Bandeirantes, foi uma das que participaram do EduMotivação realizado em Confresa. para ela, o evento é a ferramenta que vai impulsionar a realização do Saeb em 2023, e que a ação motivacional veio no momento certo.
“Motivar os profissionais é um ato de acolhimento. Mostra que estão preocupados com a gente e que juntos vamos enfrentar as dualidades e demandas do cotidiano pedagógico”, afirmou, acrescentando que os aprendizados compartilhados ao longo do evento serão repassados em sala de aula e vão contribuir para o avanço da educação na região.
Daiane Ferreira, professora da Escola Estadual Portal Da Amazônia, do município de Apiacás, também destacou a importância de motivar e acolher os profissionais que atuam em prol da Educação.
“OEduMotivação é uma ação que enfatiza a importância dos profissionais e se importa com o conjunto educacional, composto pelos professores, estudantes e as demais ferramentas que constroem a educação no nosso estado. Além disso, vale destacar o comprometimento das equipes que atuaram nas palestras e atividades dirigidas, unificando o nosso desenvolvimento neste projeto”, completou.
O diretor Mutua Mehinaku, da Escola Estadual Indígena Central Aiha, de Gaúcha do Norte, avaliou que a ação fomentou a reflexão necessária para que a comunidade escolar se fortaleça e alcance os objetivos.
“Nós temos vivido novos tempos, onde é necessário motivar a comunidade escolar e os estudantes todos os dias. Eu e minha equipe entendemos a importância de impulsionar a educação através dessas ações e estender o aprendizado, compartilhando o que aprendemos com os nossos estudantes em sala de aula”, declarou.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Dislexia e TDAH: leitura pode se tornar um desafio e exige olhar inclusivo do poder público
A dificuldade para ler e compreender textos, que para muitos passa despercebida, pode ser um obstáculo significativo para pessoas com dislexia e TDAH. O tema foi abordado no podcast Prosa Legal, da Rádio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em entrevista com a psicóloga do Departamento de Saúde, Gisele Ramos de Castilho Teixeira. Durante a conversa, ela destacou os desafios enfrentados por esse público e reforçou o papel do setor público na construção de uma comunicação mais inclusiva.
Logo no início da entrevista, a psicóloga explicou que a leitura pode gerar cansaço e dificultar a compreensão. “A principal dificuldade é a fadiga e a impulsividade. Quando a pessoa com dislexia lê, muitas vezes ela tenta adivinhar o que está lendo. Ela tem dificuldade de decodificar a letra, troca ‘p’ por ‘b’, por exemplo. Isso traz muitas consequências cognitivas, tanto para a criança quanto para o adulto”, afirmou.
Papel do setor público
Ao falar sobre inclusão, Gisele Teixeira foi direta em destacar a responsabilidade das instituições públicas. Para ela, é o setor público quem deve criar políticas que garantam o acesso e o pertencimento dessas pessoas na sociedade.
“Quem faz as políticas é o setor público. Então, é preciso ter esse olhar afetivo, esse olhar diferenciado. É isso que vai fazer com que a pessoa com alguma deficiência consiga se incluir, consiga, por exemplo, pesquisar um processo no site do Tribunal de Justiça”, disse.
A psicóloga ressaltou que essas ações são fundamentais para que essas pessoas se sintam parte da sociedade e tenham seus direitos garantidos, especialmente no acesso à informação.
Acesso e ferramentas
Durante a entrevista na Rádio TJMT, também foi destacada a importância de pensar em formas de facilitar o acesso à leitura e à informação. Segundo ela, pessoas com dislexia e TDAH podem perder o foco com textos longos e ter dificuldade de manter a atenção.
“O TDAH é a questão da atenção. Muitas vezes, a pessoa começa a ler um texto grande e perde o foco. Já na dislexia, ela não consegue ver a palavra como quem não tem essa dificuldade vê. Ela começa a trocar letras, a adivinhar”, explicou.
Orientação e busca por ajuda
Ao final da conversa, Gisele orientou que o primeiro passo é se conhecer e buscar ajuda especializada. Ela destacou a importância de dividir a leitura em partes menores e respeitar os próprios limites.
“Se a pessoa pega um texto muito grande, muitas vezes ela não tem foco. Então, é importante trabalhar por partes e se conhecer no dia a dia. E, principalmente, aceitar essa condição para buscar ajuda”, orientou.
A psicóloga também lembrou que esse apoio pode envolver diferentes profissionais. “É uma busca com fonoaudiólogo, com psicopedagogo, com terapia. Muitas vezes até com medicamentos. Essa rede de apoio é importante para cada um desses casos”, concluiu.
Autor: Roberta Penha
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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