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Primeiras rodadas da Taça das Favelas 2023 acontecem neste fim de semana

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As disputas das primeiras rodadas da Taça das Favelas MT 2023 serão realizadas neste sábado e domingo (28 e 29.10), a partir de 8h, no campo do Ipase, em Várzea Grande. A edição mato-grossense vai definir a seleção que vai representar o Estado no maior campeonato de futebol de campo entre favelas do país e conta com a parceria da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

A competição é disputada por 24 seleções, sendo 16 masculinas e oito femininas. Foram 311 favelas inscritas e cerca de 1560 atletas participaram a fase das peneiras em suas comunidades para ter a oportunidade de compor a seleção.

As primeiras partidas serão entre as equipes dos bairros Marajoara e Parque Sabiá, às 8h, e em seguida, às 9h, o CPA 3 enfrenta o Wantuil de Freitas. Ainda no sábado, às 16h, entram em campo as meninas dos bairros Marajoara e do Novo Colorado.

Na sequência, ocorrem os duelos entre as equipes masculinas do Novo Terceiro e Jardim Vitória, e, em seguida, do São Mateus e Dr. Fábio. Fechando a rodada de sábado, as meninas do Mapim enfrentam a equipe do São Mateus, às 19h.

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No domingo, a partir das 8h, acontecem as disputas entre as seleções masculinas dos bairros Aldeias e José Guimarães, e na sequência, o jogo entre Jardim Florianópolis e Mapim.

No período da tarde, a partir de 16h, haverá dois jogos femininos: Três Barras contra o Wantuil de Freitas e Cristo Rei contra o Novo Terceiro. Logo em seguida, às 18h, ocorrem os duelos entre as equipes masculinas do Novo Colorado e do Dom Aquino. Os bairros Santa Izabel e São João dos Lázaros fecham a série de jogos.

Os vencedores de cada partida vão se enfrentar em uma série de jogos entre o dia 30 de outubro a 03 de novembro. As semifinais serão disputadas no dia 4 de novembro e a disputa do terceiro lugar está prevista para o dia 5 de novembro.

A grande final das categorias masculina e feminina acontece no dia 18 de novembro. Já a etapa nacional da competição está prevista para ocorrer entre os dias 7 e 17 de dezembro, em São Paulo.

A Taça das Favelas MT 2023 é uma realização da Cufa-MT e Associação de Desenvolvimento Social das Favelas, que conta com o fomento da Secel-MT e apoio de outros parceiros.

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“É um evento importante para o Estado, pois valoriza o esporte nas periferias, envolvendo as torcidas dos bairros, e ainda possibilita a revelação de novos talentos. Desejamos bons jogos a todos e todas!”, destacou o secretário adjunto de Esporte e Lazer da Secel, David Moura.

Fonte: Governo MT – MT

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Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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