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Ligeirinho facilita acesso da população e servidores ao Centro Político

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da adjunta de Patrimônio e Serviços, oferta um transporte coletivo, o Ligeirinho, que circula pelas ruas do Centro Político Administrativo. O ônibus transporta a população e servidores que precisam acessar órgãos públicos na região. Para utilizá-lo, não é necessário pagar nem apresentar documentos, basta ficar atento aos pontos e horários por onde ele passa.

Ao todo, são dois carros em circulação, de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 19h40. No roteiro do Ligeirinho estão inclusas passagens pela Procuradoria Geral do Estado, Fórum e Shopping Pantanal. Os veículos são refrigerados e possuem 42 lugares.

A estagiária do Tribunal de Justiça, Anna Giullia Magro, conta que o Ligeirinho facilita o trajeto de muitos servidores que trabalham no Centro Político.

“O Ligeirinho facilita a vida do servidor por justamente poupá-lo do calor, e também por chegar aos principais órgãos que geralmente as linhas comuns não acessam. A gente chega muito mais rápido e menos cansado”, frisa Anna.

A secretária adjunta de Patrimônios e Serviços, Karol Martimiano, entende a iniciativa da Seplag ao ofertar o Ligeirinho como um meio de facilitar o acesso aos serviços públicos oferecidos no Centro Político. Ela ainda destaca a previsão para 2024 de renovar a frota de veículos.

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“Vamos trocar a frota por outra mais nova, acessível e com mais conforto para os cidadãos usuários do Ligeirinho”, afirma Karol Martimiano.

Confira abaixo, as rotas e horários de funcionamento dos dois ônibus :

-Rota Externa (mapa e itinerário)
-Rota Interna (mapa e itinerário)

Supervisão: Dayanne Santana

Fonte: Governo MT – MT

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Debate do MPMT destaca saúde mental com especialista renomada

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realiza, na próxima terça-feira (19), das 9h às 11h, o webinar em alusão ao Dia Internacional da Luta Antimanicomial, com palestra da psiquiatra, psicoterapeuta e pesquisadora doutora Juliana Belo Diniz, reconhecida em 2026 como uma das principais cientistas do Brasil nas áreas de medicina e neurociência.A iniciativa é promovida por meio da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, do Consumidor, dos Direitos Humanos, das Minorias, da Segurança Alimentar e do Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT, e integra as ações voltadas à reflexão crítica e à promoção dos direitos humanos no campo da saúde mental. Com sólida formação acadêmica, sendo doutorado em Psiquiatria pela Universidade de São Paulo (USP), pós-doutorado e treinamento avançado em Harvard, Juliana Belo Diniz é referência em psicofarmacologia e neuroimagem, além de se destacar por questionar o modelo estritamente biológico da psiquiatria. Sua atuação propõe uma compreensão mais ampla do sofrimento psíquico, considerando fatores sociais, culturais e emocionais.Aberto ao público interno e externo, o webinar tem como objetivo ampliar o debate sobre práticas de cuidado que valorizem a dignidade, a liberdade e a inclusão social, princípios centrais da luta antimanicomial. Em um cenário de crescente incidência de transtornos mentais, a discussão se torna ainda mais relevante.Durante a palestra “O que os psiquiatras não te contam”, título também de seu livro lançado em 2025, a especialista irá provocar reflexões sobre a medicalização da vida e os limites das abordagens centradas exclusivamente em medicamentos. A obra, publicada pela Editora Fósforo, reúne análises clínicas, históricas e sociais, questionando a forma como diagnósticos têm sido difundidos, especialmente no contexto pós-pandemia e nas redes sociais.Participará como debatedor o procurador de Justiça Alexandre de Matos Guedes, do MPMT, que contribuirá com reflexões a partir da perspectiva jurídica e institucional sobre o tema. Ele é especialista em Direito Sanitário pela Universidade de Brasília e autor de artigos jurídicos na área da cidadania, com ênfase em saúde coletiva e proteção dos direitos de pessoas idosas e pessoas com deficiência, tendo atuado por anos na 7ª Promotoria de Justiça Cível da Capital, com atuação na tutela coletiva da saúde. Para o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, a reflexão é indispensável. “A lógica manicomial não se resume aos muros de antigas instituições. Ela se manifesta sempre que o sofrimento psíquico é tratado com silenciamento, exclusão ou violência simbólica, o que torna esse debate atual e necessário”, afirma.O webinar será realizado de forma virtual, por meio da plataforma Microsoft Teams, com transmissão ao vivo pelo canal do MPMT no YouTube, ampliando o acesso e incentivando a participação da sociedade.O que os psiquiatras não te contam – No livro ‘O que os psiquiatras não te contam’, a psiquiatra, psicoterapeuta e neurocientista Juliana Belo Diniz questiona a ideia de que sofrimentos como depressão e ansiedade sejam apenas doenças do cérebro a serem tratadas exclusivamente com medicamentos. Ao analisar o aumento dos transtornos mentais no pós-pandemia e a popularização de diagnósticos nas redes sociais, a autora propõe uma abordagem mais ampla e humanizada da psiquiatria, que considera o contexto social, cultural e emocional das pessoas. Mesclando história da psiquiatria e experiências clínicas, o livro percorre desde as origens dos tratamentos psiquiátricos até os debates atuais sobre medicalização e ultraprodutividade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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