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Família com 5 filhos conquista casa própria com subsídio do Governo de MT e sai do aluguel após 15 anos

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A família da dona de casa Rosana Camargo Ferreira comprou a primeira casa própria, com subsídio do Programa SER Família Habitação, desenvolvido pelo Governo de Mato Grosso e idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes. Tem 15 anos que a família reveza entre viver de aluguel e casa cedida por parentes, em Juína.

Rosana recebeu, na semana passada, as chaves do imôvel no Residencial São Tarcísio II, adquirido na modalidade entrada facilitada, onde irá morar com o marido e os cinco filhos, sendo um bebê de 4 meses; três crianças de 2, 3 e 12 anos, e um adolescente de 17.

“Sempre confiei em Deus e sabia que um dia teria esta oportunidade. Eu e meu marido não teríamos condições de comprar uma casa sem o subsídio do Governo, porque a entrada era muito cara. Até hoje, tivemos que enfrentar outras prioridades que não nos permitiu fazer um financiamento. Porém, com a ajuda do Governo, nosso sonho tornou-se realidade”, afirmou Rosana.

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, foi ao município fazer a entrega das casas, que são do Programa SER Família Habitação, que foi idealizado por ela em todas as suas modalidades, desde a entrada facilitada (que oferece subsídios para compra do imóvel) até a faixa 0 (para pessoas que não podem pagar e estão em situação de vulnerabilidade).

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“Este programa foi idealizado com muito amor. Antes mesmo de ser primeira-dama do Estado, já pensava em uma maneira de ajudar as famílias que lutam por uma casa própria a conseguir. Logo que Mauro assumiu como governador esse foi o assunto que eu levava todos os dias para ele, e, depois de estudos de viabilidade financeira, conseguimos tirar do papel. A dedicação do presidente Wener na MT Par também foi muito importante, assim como da secretária cel. Grasi Bugalho na Setasc com as unidades faixa 0. Estou muito feliz com as entregas”, disse a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.

Além da família de Rosana, outras 32 famílias vão morar no Residencial São Tarcísio II, que fica no bairro Módulo 6, em Juína.

As casas possuem cerca de 50 m2, dois quartos, sala, cozinha, banheiro e quintal. A construção das unidades seguiu criteriosos métodos de qualidade, que inclui acabamento de primeira linha.

Em abril deste ano, o governador Mauro Mendes esteve na cidade e entregou 43 unidades e, esta semana, a primeira-dama, Virginia Mendes, entregou mais 32, além de assinar a Termo de Compromisso para Construção de mais 114 unidades habitacionais em um terreno que será doado pela Prefeitura de Juína.

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A Mato Grosso Participações e Projetos S/A (MT Par) é responsável por operacionalizar a Programa SER Família, na modalidade Entrada Facilitada.

O presidente da empresa, Wener Santos, afirmou que, desde o começo do programa, a Prefeitura de Juína já demonstrou interesse em ser parceiro do Governo do Estado e acreditou no projeto.

“Quando a primeira-dama apresentou o projeto, o prefeito Paulo Veronese já demonstrou interesse e logo tratou de formalizar a doação da área. Como resultado da confiança, estão aqui as casas prontas e mais 114 a caminho”, afirmou Santos.

O programa

O Programa SER Família Habitação, na modalidade Entrada Facilitada, é realizado em parceria com a Caixa Econômica Federa (CEF). Nele, os interessados em fazer a aquisição de uma casa devem fazer a inscrição no Sistema de Habitação de Mato Grosso (Sihab-MT), acessível pelo site da MT PAR, e depois manifestar interesse em um dos empreendimentos pela própria plataforma.

No programa, o Governo de Mato Grosso entra com até R$ 20 mil de subsídio para ser aplicado na entrada do imóvel e o valor pode ser acrescido de outros programas habitacionais, como o Minha Casa, Minha Vida, do governo Federal.

Mais informações sobre o programa, entre no site da MT Par.

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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