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Rede Cidadã oferece palestra de enfrentamento à violência contra a mulher

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O programa Rede Cidadã realizou, na manhã desta sexta-feira (09.08), uma palestra dirigida à capacitação de educadores sobre a Lei Maria da Penha. O evento ocorreu na sede do órgão em Cuiabá.

81 servidores participaram da palestra, que tem como parte da programação do Agosto Lilás, mês de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher. 43 profissionais estiveram de forma presencial, e 38 online. Também participou a juíza de direito da Segunda Vara Especializada em Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, Tatyana Borges.

De acordo com a coordenadora do programa, Wilma Wellen Camilo Fernandes, o programa decidiu unir a discussão de combate à violência contra a mulher com o trabalho sobre respeito com as crianças e adolescentes atendidos pelo programa.

“Com a junção das temáticas, fomos atendidos com essa palestra para que possamos multiplicar a consciência da importância do respeito ao próximo, promovendo assim a conscientização e a transformação da sociedade que atendemos”, destaca.

No mês de agosto, as forças de segurança pública atuam na Operação Shamar, que além de intensificar ações de repressão à violência contra a mulher, promove palestras e ações preventivas em escolas e faculdades por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS e CREAS).

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As atividades ocorrerão por todo o mês de agosto em diversas cidades do estado, como Cuiabá, Alta Floresta, Cáceres, Nossa Senhora do Livramento, Primavera do Leste, Rondonópolis e Várzea Grande.

Além disso, em 18 de agosto, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá vai promover um ato de motociclismo, que tem início na sede e segue até Chapada dos Guimarães (67 km de Cuiabá). O objetivo é conscientizar a população em relação aos direitos das mulheres e outras pessoas em situação de vulnerabilidade.

Rede Cidadã

A Rede Cidadã é um projeto que atende crianças e adolescentes entre oito e 18 anos em situação de vulnerabilidade, que apresentam algum fator de risco social, como evasão escolar, violência doméstica nos lares e pais cumprindo pena de privação de liberdade.

O programa utiliza atividades artísticas, esportivas, culturais e capacitações com o objetivo de prevenir de forma primária, secundária e terciária que seus beneficiados atuem na criminalidade.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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