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Polícia Civil de MT apoia operação de Goiás com cumprimento de prisões de membros de associação criminosa

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A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) deu apoio, nesta terça-feira (13.08), à segunda fase da Operação Extravio, da Polícia Civil de Goiás, com a prisão de dois investigados por crimes cometidos no estado vizinho.

Foram cumpridas as prisões de um advogado, em Cuiabá, e de um policial civil aposentado, em Sinop. Eles são investigados pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas de Goiás por associação criminosa e falsa comunicação de crime.

A investigação da polícia goiana apura o desvio de uma carga de lubrificantes avaliada em, aproximadamente, R$ 1 milhão.

A primeira fase da operação foi cumprida em maio deste ano com três prisões nas cidades de Uberaba (MG) e Açailândia (MA). A associação criminosa desviou a carga em janeiro deste ano.

Durante as investigações, a Polícia Civil de Goiás descobriu que a carga desviada foi para Minas Gerais, contudo, os criminosos registraram uma ocorrência de roubo em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT fortalece transparência e controle da atividade policial

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) avançou na transparência e na sistematização de informações sobre mortes decorrentes de intervenção policial com a implementação de um painel desenvolvido no âmbito do Projeto Gipael – Olhar Atento (acesse aqui). A iniciativa é realizada em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e busca aprimorar o controle externo da atividade policial no estado.A ferramenta foi apresentada durante reunião do grupo responsável pelo acompanhamento da execução da Resolução CNMP nº 310/2025, que estabelece diretrizes nacionais para o controle externo da atividade policial.O promotor de Justiça Henrique de Carvalho Pugliesi, que atua junto à Justiça Militar em Mato Grosso, destacou a importância da origem e da compreensão da base de dados, ressaltando a necessidade de transparência na apresentação das informações. “A identificação da fonte dos dados é essencial para dar segurança à análise. Quando se esclarece que a base é oriunda da Secretaria de Estado de Segurança Pública e que o Ministério Público atua na organização, leitura e controle dessas informações, o debate ganha precisão e transparência”, apontou.O painel reúne dados organizados por ano e por Região Integrada de Segurança Pública (Risp), permitindo análises mais precisas e o monitoramento contínuo dos indicadores relacionados à letalidade policial.Para o promotor de Justiça Reinaldo Rodrigues de Oliveira Filho, responsável pela tutela coletiva da segurança pública, a publicidade das informações é um elemento fundamental para o fortalecimento do controle externo e social. “A divulgação de informações organizadas, confiáveis e acessíveis permite ao Ministério Público exercer melhor sua função constitucional e contribui para um debate público qualificado, baseado em evidências”, afirmou.Já o coordenador do grupo de trabalho e promotor de Justiça auxiliar da Corregedoria-Geral do Ministério Público, Tiago de Sousa Afonso da Silva, ressaltou o caráter estratégico da ferramenta. “O painel representa uma entrega institucional relevante ao transformar uma obrigação normativa em instrumento concreto de transparência, planejamento e controle externo. A análise dos dados deve ser contínua, com metodologia clara e atualização permanente”, destacou.Para o MPMT, a sistematização das informações representa um passo importante para qualificar o debate público, orientar a atuação institucional e contribuir para o fortalecimento de um controle externo da atividade policial baseado em evidências. A expectativa é ampliar a transparência, fortalecer a cooperação entre as instituições e possibilitar um acompanhamento mais efetivo dos indicadores pela sociedade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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