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Polícia Civil prende traficantes e fecha ponto de venda de drogas em Guarantã do Norte

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Dois homens, investigados pela comercialização de entorpecentes em Guarantã do Norte (715 km ao norte de Cuiabá), foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (13.08), durante diligências realizadas pelos policiais da Delegacia Regional.

Os suspeitos de 20 e de 32 anos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Os policiais da Delegacia Regional de Rondonópolis já monitoravam o local há alguns dias após diversas denúncias de que no endereço funcionava um ponto de venda de entorpecentes.

Nas investigações, ficou constatado que a casa pertencia a um suspeito com várias passagens criminais, porém quem comercializava drogas no local era um outro traficante, que em troca fornecia entorpecentes para o dono da residência.

Durante o monitoramento do endereço, foi verificada a intensa movimentação de pessoas, passando rapidamente e saindo do local, característico de ponto de venda de entorpecentes.

Na terça-feira (13), os policiais visualizaram o momento em que um dos traficantes saiu da residência e fez uma entrega de material entorpecente a dois usuários, que posteriormente foram abordados, sendo confirmado se tratar de porções de maconha.

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Diante das evidências, os policiais seguiram até a residência, onde ao chegarem avistaram o traficante jogando um pacote para casa vizinha, sendo verificado se tratar de uma porção de pasta base de cocaína. Em buscas na residência dos investigados também foi apreendido R$ 206 em dinheiro trocado característico da atividade de tráfico.

Os dois suspeitos foram conduzidos à delegacia, onde após serem interrogados, foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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