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Primeira-dama de MT participa do Mutirão da Cidadania em Juara e reforça apoio à educação especial

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A primeira-dama do Estado esteve em Juara, nesta terça-feira (20.08), acompanhada do secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, da secretária de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e da deputada federal Gisela Simona, para acompanhar os trabalhos do Mutirão da Cidadania, idealizado por ela e promovido pela Setasc por meio da Superintendência de Articulação Institucional e Parcerias para Garantia de Direitos (SAIPGD).

No mutirão realizado na Pestalozzi, na Escola Raio de Sol, a primeira-dama conheceu de perto as ações promovidas pela unidade, que atende mais de 70 alunos da educação especial.


Foto: Josi Dias

“Aqui eu pude ver o amor em forma de cuidados e ação com os alunos, com a gestão eficiente da diretora Andréia Zanelatti, que também conta com o apoio de seu esposo, voluntário na escola, Silvio Márcio. Ouvimos as necessidades da comunidade e anunciamos o chamamento público do Governo do Estado para projetos sociais. Agradeço a recepção carinhosa da população e dos alunos, a companhia dos secretários Fábio Garcia, Grasi e da deputada Gisela Simona. Deus abençoe a todos”, disse Virginia Mendes.


Foto: Josi Dias

O secretário-chefe da Casa Civil observou as ações desenvolvidas pela instituição. “Primeiro, parabenizo a Pestalozzi por esse trabalho maravilhoso que eles fazem aqui, de cuidado e atenção aos alunos e familiares. Para mim é uma honra estar com a dona Virginia nesta agenda que traz apoio às famílias, e que, na verdade, precisamos como governo e poder público dar esse amparo.”

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A diretora da Pestalozzi agradeceu pelos trabalhos realizados durante o mutirão e ressaltou a importância das iniciativas da primeira-dama de MT.

“Quero agradecer a essa equipe maravilhosa que veio aqui realizar o mutirão. Estou na instituição há nove anos. Nosso trabalho é desafiador, mas contamos com o apoio da população. Acredito que esse trabalho de formiguinha que a dinda Virginia faz não pode parar, pois tem feito a diferença na vida das pessoas”, afirmou a diretora.


Foto: Josi Dias

Dona Maria do Socorro, que mora em um sítio próximo a Juara, esteve no mutirão para ajudar uma amiga a solicitar a segunda via de uma certidão e contou como foi bem recebida.

“Fomos bem recebidas por pessoas maravilhosas e educadas, e ainda conheci a primeira-dama Virginia Mendes. Estou muito feliz”, contou.


Foto: Jana Pessôa

A professora Deneci Ferreira, que está há mais de 10 anos na Pestalozzi, falou sobre os atendimentos na escola e também sobre a alegria de receber a primeira-dama do Estado.

“Estávamos todos ansiosos pela chegada da dona Virginia. Aqui na escola, nossos alunos são parte da nossa família. Precisamos muito do apoio da nossa primeira-dama, que tem desenvolvido um trabalho brilhante na área social do nosso Estado”, destacou a professora.

A dona de casa Lidiane Carmo, mãe do Lucas, de 7 anos, foi ao mutirão e encontrou um atendimento especial para seu filho: a emissão da carteira do autista.

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“Esse é um projeto muito bom porque reúne várias coisas. Aqui pude fazer a carteirinha do autista do meu filho. Essa carteirinha é boa porque tem a identificação do meu filho, sem falar dos benefícios. Quero agradecer à dona Virginia e espero que ela continue com esse olhar para nossos pequenos autistas, um projeto que beneficia as crianças e também a família”, comentou.

A coordenadora do mutirão, Cici Silva, compartilhou um dos momentos emocionantes da ação. “O momento mais emocionante que vivenciamos aqui foi quando uma senhora veio solicitar três certidões de nascimento. Ela disse que seria R$ 300 cada uma se fosse no cartório, mas aqui, gratuitamente, ela economizou R$ 900. Essa ação, motivada pela nossa primeira-dama Virginia Mendes, não é apenas a entrega de serviços, é respeito ao cidadão e valorização”, avaliou Cici.

O mutirão atendeu 225 pessoas e realizou 663 serviços, como 2ª via de certidão de nascimento, 2ª via de certidão de casamento, plastificação de documentos, entre outros. Somente em 2024, mais de 90 mil pessoas já foram beneficiadas com os serviços do Mutirão da Cidadania da Setasc.

Fonte: Governo MT – MT

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Dislexia e TDAH: leitura pode se tornar um desafio e exige olhar inclusivo do poder público

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A dificuldade para ler e compreender textos, que para muitos passa despercebida, pode ser um obstáculo significativo para pessoas com dislexia e TDAH. O tema foi abordado no podcast Prosa Legal, da Rádio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em entrevista com a psicóloga do Departamento de Saúde, Gisele Ramos de Castilho Teixeira. Durante a conversa, ela destacou os desafios enfrentados por esse público e reforçou o papel do setor público na construção de uma comunicação mais inclusiva.

Logo no início da entrevista, a psicóloga explicou que a leitura pode gerar cansaço e dificultar a compreensão. “A principal dificuldade é a fadiga e a impulsividade. Quando a pessoa com dislexia lê, muitas vezes ela tenta adivinhar o que está lendo. Ela tem dificuldade de decodificar a letra, troca ‘p’ por ‘b’, por exemplo. Isso traz muitas consequências cognitivas, tanto para a criança quanto para o adulto”, afirmou.

Papel do setor público

Ao falar sobre inclusão, Gisele Teixeira foi direta em destacar a responsabilidade das instituições públicas. Para ela, é o setor público quem deve criar políticas que garantam o acesso e o pertencimento dessas pessoas na sociedade.

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“Quem faz as políticas é o setor público. Então, é preciso ter esse olhar afetivo, esse olhar diferenciado. É isso que vai fazer com que a pessoa com alguma deficiência consiga se incluir, consiga, por exemplo, pesquisar um processo no site do Tribunal de Justiça”, disse.

A psicóloga ressaltou que essas ações são fundamentais para que essas pessoas se sintam parte da sociedade e tenham seus direitos garantidos, especialmente no acesso à informação.

Acesso e ferramentas

Durante a entrevista na Rádio TJMT, também foi destacada a importância de pensar em formas de facilitar o acesso à leitura e à informação. Segundo ela, pessoas com dislexia e TDAH podem perder o foco com textos longos e ter dificuldade de manter a atenção.

“O TDAH é a questão da atenção. Muitas vezes, a pessoa começa a ler um texto grande e perde o foco. Já na dislexia, ela não consegue ver a palavra como quem não tem essa dificuldade vê. Ela começa a trocar letras, a adivinhar”, explicou.

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Orientação e busca por ajuda

Ao final da conversa, Gisele orientou que o primeiro passo é se conhecer e buscar ajuda especializada. Ela destacou a importância de dividir a leitura em partes menores e respeitar os próprios limites.

“Se a pessoa pega um texto muito grande, muitas vezes ela não tem foco. Então, é importante trabalhar por partes e se conhecer no dia a dia. E, principalmente, aceitar essa condição para buscar ajuda”, orientou.

A psicóloga também lembrou que esse apoio pode envolver diferentes profissionais. “É uma busca com fonoaudiólogo, com psicopedagogo, com terapia. Muitas vezes até com medicamentos. Essa rede de apoio é importante para cada um desses casos”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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