MATO GROSSO
Homicida foragido de Goiás é preso pela Polícia Civil em Nova Xavantina
MATO GROSSO
Um homem foragido do estado de Goiás teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta quinta-feira (29.08), após ser localizado na zona rural de Nova Xavantina.
O suspeito, de 44 anos, que estava com dois mandados de prisão em aberto, sendo um por homicídio, expedido pela Comarca de Iaciara (GO) e outro por furto.
A prisão do foragido ocorreu depois de troca de informações entre a Delegacia de Posse/13ª DRP de Goiás e a equipe da Delegacia de Nova Xavantina. De acordo com as investigações, o suspeito vinha se escondendo em uma propriedade, na zona rural do município mato-grossense, para evitar a sua captura.
Durante a operação, o suspeito foi localizado, detido sem resistência e conduzido à Delegacia de Nova Xavantina para as providências cabíveis no cumprimento dos dois mandados de prisão em aberto.
Segundo o delegado responsável pela ação, Matheus Soares Augusto, a prisão é considerada um importante passo na repressão de crimes na região, dado o histórico criminal do suspeito.
“Essa prisão demonstra o esforço contínuo das forças policiais em capturar foragidos que representam uma ameaça à sociedade. Continuaremos a atuar de forma incisiva para que criminosos sejam responsabilizados pelos seus atos”, destacou o delegado.
O homicida agora responderá pelos crimes que constam nos mandados de prisão e permanecerá à disposição da Justiça.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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