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PM prende caminhoneiro após atacar funcionários de empreiteira com fogos de artifício

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Um caminhoneiro, de 38 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar nesta terça-feira (17.09), após ferir trabalhadores de uma empreiteira com uso de fogos de artifício em Castanheira (a 788 km de Cuiabá). Um homem, de 23 anos, teve um ferimento no rosto e foi encaminhado ao Hospital Municipal.

Os policiais militares foram acionados para se deslocarem até um posto de combustível, pois no local havia uma confusão entre os envolvidos. As equipes foram informadas por uma das vítimas, que relatou que trabalha com construção de pontes e viadutos.

Em certo momento, elas estavam em baixo da ponte sobre o Rio Vermelho, na MT-170, quando o suspeito passou em uma carreta e arremessou, de forma proposital, um fogo de artifício contra os trabalhadores.

Um homem precisou ser levado até uma unidade de saúde. A vítima sofreu uma lesão interna em decorrência da explosão. Após o ataque, o suspeito seguiu até uma borracharia, anexa ao posto de combustível. Os policiais militares identificaram o suspeito ainda no local.

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À PM, o denunciado confirmou o ataque e alegou que tem medo de onça e que utiliza do fogo do artifício para espantar animais.

O suspeito apresentava sinais de embriaguez, mas alegou não ter ingerido nenhum tipo de bebida alcóolica ou uso de entorpecentes. Ele ainda estava com uma lesão no braço devido a confusão com os funcionários da empresa. O homem foi encaminhado à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MP requer intervenção judicial no Sistema Autônomo de Água e Esgoto

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 km de Cuiabá) ajuizou uma Ação Civil Pública contra o Sistema Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e o Município, requerendo, em caráter liminar, a intervenção judicial na autarquia, com a adoção imediata de medidas de reestruturação para evitar o agravamento da crise administrativa, financeira e operacional do órgão.O Ministério Público também solicitou que a Justiça determine, em caráter de urgência, a realização de uma auditoria completa e a elaboração de um plano emergencial de ação e reestruturação, com metas e cronograma, no prazo de 90 dias. Além disso, requereu a nomeação de um interventor judicial para acompanhar e fiscalizar a execução das medidas, bem como a obrigação de o município reforçar o orçamento do SAAE para viabilizar a recuperação do sistema.A medida foi adotada após a identificação de problemas recorrentes na prestação do serviço, como interrupções frequentes no fornecimento de água, demora no restabelecimento e falhas na comunicação com a população. Também foram constatadas dificuldades no atendimento ao público e deficiências na estrutura do sistema.Um dos principais pontos apontados na ação é o crescimento da dívida do SAAE com a concessionária de energia elétrica, que já ultrapassa R$ 27 milhões. Segundo o Ministério Público, o aumento ocorreu após a ampliação do sistema de abastecimento sem o planejamento adequado para custear o elevado consumo de energia.De acordo com a apuração, a autarquia não implementou medidas suficientes para equilibrar as contas, como revisão tarifária, controle de despesas e aprimoramento da gestão, o que resultou no acúmulo de débitos e no comprometimento da capacidade financeira do serviço.A investigação também identificou falhas administrativas, como ausência de planejamento, desorganização interna e deficiência na transparência. O site oficial do SAAE, por exemplo, não disponibiliza informações atualizadas, dificultando o acompanhamento pela sociedade.Na área de pessoal, foi verificada a predominância de contratações temporárias, além de problemas na execução dos serviços e na gestão operacional.Outro ponto destacado é a ausência de registro adequado da dívida nos demonstrativos contábeis, o que comprometeu o planejamento financeiro e a transparência das contas públicas ao longo dos anos.Diante desse cenário, o Ministério Público busca na Justiça não apenas a reorganização do SAAE, mas também garantir equilíbrio financeiro, melhoria na gestão e continuidade na prestação do serviço essencial de abastecimento de água e expansão do serviço para coleta e tratamento de esgoto.Para o promotor de Justiça responsável pelo caso, a situação exige resposta imediata. “Não é aceitável que a população enfrente constantes interrupções em um serviço essencial em razão de falhas administrativas e falta de planejamento. A atuação do Ministério Público visa assegurar uma gestão eficiente, transparente e capaz de garantir o abastecimento regular de água para todos”, destacou Leandro Volochko.Autor da foto: Guilherme Favin.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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