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Polícia Civil de Poxoréu cumpriu 11 mandados de prisão contra foragidos em setembro

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Onze mandados de prisão contra foragidos da Justiça foram cumpridos pela Polícia Civil, na operação Ecos do Crime, deflagrada durante todo mês de setembro, no município de Poxoréu (a 251 km de Cuiabá).

As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça após investigações da Delegacia de Poxoréu para elucidar crimes de homicídio, estupro de vulnerável e roubo.

As prisões desses criminosos contaram com apoio de outras delegacias de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Conforme o delegado de Poxoréu, Rafael Sippel Fossari, os mandados constavam pendentes no sistema, razão pela qual os policiais civis intensificaram as diligências para os devidos cumprimentos.

A operação teve como objetivo demonstrar que a prática criminosa gera efeitos duradouros e a Justiça está respondendo a esses ecos.

Esta é a primeira fase da operação “Ecos do Crime”, bem como as investigações para identificar paradeiros de outros procurados estão sendo realizadas para futuro cumprimentos.

Fonte: Governo MT – MT

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Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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