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Especialista destaca benefícios do planejamento e gestão tributária

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No podcast “Pensar Agro” desta semana, o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, entrevista o advogado Bruno Castro, especialista em holding familiar, professor e escritor, que aborda os benefícios que esse tipo de estrutura pode oferecer, especialmente no contexto do planejamento sucessório.

Durante a conversa, Castro destaca como a holding familiar pode otimizar a gestão de bens e mitigar riscos patrimoniais. Ele explica que a holding é uma ferramenta eficaz para a transferência de patrimônio entre gerações, contribuindo para a redução de conflitos familiares e garantindo a continuidade dos negócios, diferentemente do modelo tradicional de herança, que pode gerar disputas e incertezas.

Um dos pontos principais abordados é a segurança jurídica proporcionada pela estrutura da holding. Através da doação de quotas, é possível definir de maneira clara como e quando os bens serão transferidos, trazendo maior previsibilidade para a sucessão familiar.

Além disso, Bruno Castro ressalta a importância da análise tributária. Segundo ele, a holding familiar permite uma maior eficiência na gestão tributária, aproveitando regimes fiscais mais vantajosos e reduzindo alíquotas e impostos sobre renda e ganhos de capital. Isso torna a holding uma alternativa atrativa para famílias que buscam proteger e administrar seus bens de maneira mais eficaz.

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A entrevista destaca, portanto, a holding familiar como uma opção estratégica, tanto do ponto de vista patrimonial quanto fiscal, para garantir a perenidade dos negócios familiares ao longo das gerações.

Assista:

Fonte: Pensar Agro

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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