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Deputado, procurador-geral do MP e prefeito de Água Boa tratam com TJMT da construção da Promotoria no município

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O deputado Dr. Eugênio de Paiva (PSB), o prefeito de Água Boa (Dr. Mariano Kolankiewicz) e o procurador-geral de Justiça (Rodrigo Fonseca Costa) lideraram reunião no Tribunal de Justiça (TJMT) para tratar da construção da nova sede da Promotoria de Água Boa . O promotor do município Luis Lima Lentisco e a primeira-dama e deputada federal Juliana Kolankiewicz também participaram da reunião.

A demanda levada ao tribunal foi a cessão de parte de uma área anexa pertencente ao Fórum de Água Boa para a construção da promotoria. Eles foram recebidos pelo juiz auxiliar da presidência, Túlio Duailibi Alves Souza, em nome do presidente, desembargador José Zuquim Nogueira.

“Nós tratamos hoje aqui de uma demanda para o Tribunal de Justiça ceder uma área do terreno pertencente ao Fórum de Água Boa, algo em torno de 7 mil metros quadrados, para a construção da nova sede da promotoria no município”, disse Dr. Eugênio.

“Essa ação envolvendo o Tribunal de Justiça e o Ministério Público Estadual fará com que em um local só nós vamos conseguir resolver as duas coisas, ligando as duas instituições”, explicou o Deputado do Araguaia, em reunião na semana passada.

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O prefeito Dr. Mariano afirmou que a prefeitura vai realizar a construção do prédio. Ele agradeceu a recepção feita pelo juiz auxiliar Túlio e o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa. “Estivemos aqui no Tribunal de Justiça demonstrando a importância e a necessidade de se construir a nova promotoria em Água Boa. Em uma conversa sobre o terreno ao lado do fórum”, afirmou Dr. Mariano.

As autoridades estavam acompanhadas do promotor de Ribeirão Cascalheira, Marco Antonio Nogueira Perroni, do presidente da OAB-MT de Água Boa, Diego Mayolino Montecchi, do diretor de Engenharia da prefeitura, Marcelo Alves e do coordenador jurídico do deputado, Júlio Tardin.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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