MATO GROSSO
Bombeiros resgatam gavião carijó ferido em residência em Sorriso
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na manhã desta quinta-feira (27.2), um gavião carijó ferido em uma residência no bairro Bela Vista, em Sorriso (a 530,3 km de Cuiabá).
A equipe do 5º Batalhão Bombeiro Militar (5º BBM) foi acionada pelos moradores, que informaram que a ave estava em um local de risco. Imediatamente, os bombeiros se dirigiram à residência para realizar o resgate.
No local, a equipe encontrou o gavião já dentro de um recipiente, capturado pelos próprios moradores. A ave apresentava ferimentos que dificultaram seu voo. Após a contenção, o animal foi transportado com segurança para uma clínica veterinária, para receber o atendimento especializado necessário.
Este foi o segundo resgate de animais selvagens, em locais de risco, realizado pelos bombeiros apenas nesta semana. Na segunda-feira (24.2), os militares resgataram 11 filhotes de pato selvagem que haviam caído em um bueiro no Centro da cidade.
Orientação
O Corpo de Bombeiros Militar orienta a população a evitar o manuseio direto de animais silvestres feridos, pois podem estar debilitados e reagir de forma imprevisível.
Em situações como essa, a recomendação é acionar imediatamente o telefone de emergência 193, evitando tentativas de resgatar o animal sem o devido suporte técnico, o que garante a segurança das pessoas envolvidas e a integridade dos animais.
Leia também – Onze filhotes de pato caem em bueiro e são resgatados pelos bombeiros
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



