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Perdas de Brócolis e Repolho no Rio Grande do Sul: Impactos do Clima Irregular

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A produção de brássicas, como brócolis e repolho, no Rio Grande do Sul tem sido severamente impactada por condições climáticas desfavoráveis, conforme apontado pelo Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (13). Na região de Lajeado, em São José do Hortêncio, as lavouras sofreram perdas de até 30% no mês de fevereiro devido ao calor excessivo e à irregularidade das chuvas. No mercado da Ceasa, os preços variaram entre R$ 40,00 e R$ 50,00 por dúzia de brócolis, e de R$ 2,00 a R$ 3,00 por cabeça de repolho, dependendo do tamanho.

Em Passo Fundo, a produtividade prevista era de 20 toneladas por hectare. No entanto, as lavouras não irrigadas enfrentaram perdas significativas, e a colheita ainda está em andamento. O monitoramento constante de pragas e doenças segue sendo uma prioridade. Os preços pagos aos produtores variam de R$ 2,20 a R$ 2,50 por quilo.

Na região de Soledade, novos plantios estão sendo realizados e o preparo do solo segue em andamento para as próximas safras. Contudo, o calor continua afetando a qualidade do produto, gerando a necessidade de controle de pragas como pulgões e lagartas. Nos mercados locais, o preço do repolho está sendo comercializado a R$ 2,00 por quilo, enquanto a couve e o brócolis são vendidos a R$ 3,50 por unidade.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa realiza força-tarefa e identifica irregularidades em arroz e feijão no estado de São Paulo

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) da Secretaria de Defesa Agropecuária, realizou uma força-tarefa de fiscalização em estabelecimentos de beneficiamento e empacotamento de arroz, feijão e outros cereais no estado de São Paulo.

As ações ocorreram nos municípios de Itu, Sorocaba, Campinas, Rio Claro, Cerquilho e Elias Fausto, com foco na verificação da qualidade, da rastreabilidade e da conformidade dos produtos com a legislação vigente.

Durante as fiscalizações, os auditores fiscais federais agropecuários verificaram a documentação dos estabelecimentos, a comprovação da origem dos produtos, as condições das instalações e os processos produtivos adotados pelas empresas.

Em Itu, Campinas e Sorocaba, a equipe apreendeu aproximadamente 30 mil quilos de feijão sem comprovação de origem e com indícios de falhas na rastreabilidade. Parte dos produtos apresentava, ainda, a presença de insetos vivos, caracterizando desconformidade com os padrões exigidos para comercialização.

Nas fiscalizações realizadas em Rio Claro, Elias Fausto e Cerquilho, foram inspecionados 139,1 mil quilos de arroz. A operação resultou na apreensão e inutilização de 24 bobinas de embalagens, além da apreensão de 6 mil quilos de arroz em um estabelecimento que não possuía registro junto ao Mapa para a atividade de empacotamento.

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A fiscalização constatou, ainda, que os produtos não passavam pelo processo obrigatório de classificação antes da embalagem, o que impossibilitava a identificação de sua qualidade. Em razão das irregularidades verificadas, uma empresa teve a produção suspensa cautelarmente.

Ao longo da operação, também foram coletadas 20 amostras de produtos nacionais e importados no âmbito dos programas oficiais de fiscalização da identidade e qualidade e de monitoramento de resíduos e contaminantes. As amostras serão submetidas a análises laboratoriais para verificar a conformidade com os padrões estabelecidos pela legislação brasileira.

A ação reforça a atuação do Mapa na fiscalização de produtos vegetais, contribuindo para a proteção dos consumidores, a garantia da qualidade dos alimentos comercializados e a promoção da concorrência leal entre os estabelecimentos que atuam em conformidade com a legislação.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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