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MEC visita obras de campus do Instituto Federal de Alagoas

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Comitiva do Ministério da Educação (MEC) visitou, nesta sexta-feira, 21 de março, as obras da sede definitiva do Campus Rio Largo do Instituto Federal de Alagoas (Ifal). O MEC já destinou R$ 12 milhões para a construção, por meio da ação de consolidação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica prevista no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Outros R$ 1,1 milhão ainda serão repassados. 

A sede definitiva terá uma área construída de 5.888,72m². Contará com 12 salas de aula, dois laboratórios de informática, auditório, biblioteca, teatro de arena, restaurante estudantil, área de vivência, quadra poliesportiva coberta e dois laboratórios especiais para a preparação do jovem ao mercado de trabalho. A previsão é que a obra seja entregue em março de 2026. 

“Estamos no processo de expansão dos institutos federais. Aqui vai ser um desses campi com toda infraestrutura necessária: auditório, laboratório, biblioteca, restaurante estudantil, quadra poliesportiva e tudo que há de melhor para oferecer aos jovens da região as oportunidades para o futuro que existem apenas por meio da educação”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana. 

Aqui vai ser um dos novos campi de institutos federais com toda infraestrutura necessária para oferecer aos jovens da região as oportunidades para o futuro que existem apenas por meio da educação.” Camilo Santana, ministro da Educação 

Camilo explicou que Alagoas vai ganhar três novos campi do Ifal, o que vai ampliar significativamente a oferta de vagas de educação profissional e tecnológica no estado. “Para isso, vamos ter a contratação de novos professores e servidores, porque um instituto não funciona só com paredes, precisa do capital humano qualificado. Estávamos esperando apenas a aprovação do orçamento da União para começar as autorizações para concursos, anunciou.

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A unidade funciona desde 2014 em instalações provisórias, em um prédio cedido pela Infraero junto ao aeroporto Zumbi dos Palmares, e conta com 13 docentes e 14 técnicos-administrativos em educação, oferecendo os cursos técnicos em Informática (integrado ao ensino médio) e Informática para Internet (subsequente) a 285 estudantes. A tipologia do Campus Rio Largo é 70 docentes e 45 técnicos. Isto é, quando estiver concluída e com o quadro de pessoal completo, a unidade terá capacidade de atender até 1.400 estudantes, ampliando a oferta de cursos. 

Consolidação O Novo PAC prevê recursos para a consolidação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica na ordem de R$ 1,4 bilhão. Deste valor, já foram investidos mais de R$729 milhões. Essa ação visa aos campi que ainda não têm infraestrutura completa. As prioridades do investimento na consolidação são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas. 

Entre 2023 e 2024, o MEC repassou ao Ifal R$ 26 milhões para a construção de restaurantes estudantis, de blocos de salas de aula, laboratórios e sedes definitivas de diferentes campi, além de reformas e aquisição de equipamentos para diversas unidades do instituto. Em 2025, já foram repassados R$ 2,9 milhões. 

Expansão – Com objetivo de ampliar a oferta de cursos técnicos de nível médio, o Governo Federal também anunciou a expansão dos institutos federais (IF), com a construção de 101 novas unidades em todo o Brasil. A previsão é gerar 141 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica quando estiverem concluídas. No Ifal, que atualmente tem 16 unidades, estão sendo investidos R$ 75 milhões para a construção de três novos campi: Girau do Ponciano, Mata Grande e Maceió. 

Os novos campi estão sendo construídos com recursos do Novo PAC, com investimento nacional de R$ 2,5 bilhões. Cada nova unidade tem custo estimado de R$ 25 milhões, sendo R$ 15 milhões para infraestrutura e R$ 10 milhões para aquisição de equipamentos e mobiliário. Os campi terão capacidade para atender, em média, 1.400 estudantes. As unidades atenderão regiões que ainda não possuem campi ou que registrem número baixo de matrículas em cursos técnicos de nível médio em relação à população da região. 

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Agenda Ainda em Alagoas, o ministro visitou a Escola Estadual Princesa Isabel, em Maceió, onde conversou com alunos beneficiários do programa Pé-de-Meia sobre o impacto da poupança do ensino médio e os benefícios da educação integral. Após a ampliação da política no segundo semestre do ano passado, 97.653 estudantes alagoanos passaram a receber o incentivo para permanecer na escola. Para isso, foram investidos R$ 253,6 milhões no estado em 2024. 

O MEC também assinou a ordem de serviço que autoriza obras no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes, da Universidade Federal de Alagoas (HUPAA-Ufal). Por meio da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), o MEC investirá aproximadamente R$ 14 milhões na unidade de saúde. Desse montante, R$ 9,3 milhões são provenientes do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e R$ 4,7 milhões são recursos próprios da Ebserh.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC) 

Fonte: Ministério da Educação

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MEC realiza seminário sobre avaliação da educação integral

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O Ministério da Educação (MEC) realizará, no dia 15 de maio, o seminário Avaliação do Desenvolvimento Integral como Direito: sentidos, práticas e desafios, como parte da programação do 2º Seminário da Rede Nacional de Articuladores do Programa Escola em Tempo Integral (Renapeti) 2026. O evento reúne especialistas e profissionais da educação para refletir e dialogar sobre práticas, sentidos e desafios relacionados à avaliação do desenvolvimento integral no contexto da educação integral e em tempo integral. 

A atividade acontece no Centro de Formação e Desenvolvimento dos Trabalhadores em Educação do Ministério da Educação (Cetremec), em Brasília, a partir das 9h, com transmissão pelo canal do MEC no YouTube.  

Na ocasião, será apresentada a avaliação construída a partir de um acordo de cooperação técnica (ACT) estabelecido entre o MEC e a Ashoka Brasil, em parceria com a Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP). O acordo está conectado ao Escolas2030, programa internacional e de pesquisa-ação de dez anos (2020-2030) que investiga como as organizações educativas vêm superando desafios e inovando na educação. O objetivo do ACT é utilizar os resultados e aprendizados acumulados pela pesquisa para subsidiar o MEC no aprimoramento da avaliação do desenvolvimento integral dos estudantes. 

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Dessa forma, o seminário busca fomentar perspectivas que reconheçam e valorizem o desenvolvimento integral dos estudantes em suas múltiplas dimensões — social, física, cognitiva, cultural, política e ética. O encontro também visa potencializar estratégias de avaliação das condições oferecidas pelas redes de ensino, fomentar o debate sobre a gestão democrática e promover a produção de conhecimento a partir dos próprios profissionais da educação, com foco no protagonismo estudantil, na autonomia escolar e na qualificação docente.  

Programação  Um dos destaques do seminário será o lançamento da publicação “Avaliação na Educação Integral: guia para redes e escolas de educação básica”, que sistematiza as experiências da pesquisa-ação do programa Escolas2030. O documento fornece ferramentas metodológicas e exemplos concretos para que gestores públicos e comunidades escolares formulem práticas de avaliação enraizadas em seus territórios, focadas em aprendizagens transformadoras. 

Ao longo do dia, serão apresentadas, ainda, experiências práticas de redes e escolas participantes da pesquisa, de diversas regiões do país. O encontro presencial reunirá articuladores estaduais e municipais da Renapeti, representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), além de equipes técnicas do MEC, especialistas e parceiros, como a FEUSP e o Escolas2030. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  

Fonte: Ministério da Educação

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