CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

“Duplicação da BR-163 representa o Brasil que dá certo”, afirma empresário de Lucas do Rio Verde

Publicados

MATO GROSSO

O empresário José Pagotto destacou a importância da duplicação da BR-163 e afirmou que essa iniciativa representa uma verdadeira transformação para a vida das pessoas que dependem da rodovia.

“Eu sou um sobrevivente da BR-163. Só quem passou por ali sabe o que é ficar preso nas grades. Graças a Deus e a homens visionários como Mauro Mendes e Otaviano Pivetta, estamos aqui hoje para celebrar essa conquista”, afirmou o empresário.

José enfatizou que a duplicação não é apenas uma obra de infraestrutura, mas uma vitrine para o Brasil. “Estamos trazendo Mato Grosso para o olhar do mundo e mostrando que este é o Brasil que dá certo e investe em qualidade logística”, declarou.

Nesta semana, o Governo de Mato Grosso assinou a ordem de serviço para a duplicação de 50,8 km da BR-163 entre Lucas do Rio Verde e Sorriso, durante a abertura da feira agropecuária Show Safra. O investimento nesta obra é de R$ 428 milhões e marca o último pacote de investimentos para garantir a duplicação total do trecho sob concessão da Nova Rota do Oeste.

Leia Também:  Primeira-dama de MT coordena envio de ajuda emergencial para cidades atingidas pelas chuvas

Além da duplicação, o projeto incluirá a recuperação da pista existente, a construção de dois viadutos, a implantação de 5,53 km de vias marginais nos dois lados da rodovia e a construção de uma ponte sobre o rio Teles Pires.

O vice-governador Otaviano Pivetta, ex-prefeito de Lucas do Rio Verde por três mandatos, destacou que a BR-163 sempre foi um gargalo para o Estado, trazendo riscos para à população e dificultando o escoamento da produção agrícola.

“É um ambiente hostil há muitos anos, e assumimos a responsabilidade de resolver o problema do povo mato-grossense, independentemente de ser uma rodovia federal. Graças à coragem deste governo, estamos mudando esse quadro e virando a página dessa triste história”, afirmou o vice-governador.

Ritmo acelerado

Desde que o Governo de Mato Grosso assumiu o controle acionário da Nova Rota do Oeste, em maio de 2023, já foram investidos mais de R$ 2,3 bilhões em obras de duplicação da rodovia. Os primeiros 100 quilômetros duplicados foram oficialmente entregues em dezembro do ano passado, com um trecho de 86 quilômetros entre Diamantino e Nova Mutum, e outro de 88 quilômetros entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde. Essa duplicação já resultou em uma redução de 82% no número de mortes entre Diamantino e Nova Mutum, conforme dados da concessionária.

Leia Também:  Governo assina ordem de serviço para início das obras de asfaltamento na Ponte de Ferro

Além da BR-163, outras obras importantes estão em andamento, como a duplicação de 16 km da Rodovia dos Imigrantes, em Cuiabá, e a duplicação de 26 km da BR-163 em Sinop.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

CNJ visita Tribunal de Justiça e apresenta programa de segurança cibernética Justiça [+ Segura]

Publicados

em

Uma equipe técnica do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) visitou o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) nesta terça-feira (26) para apresentar o Programa Justiça [+Segura], buscando a atuação conjunta na promoção da segurança cibernética, o fortalecimento da preservação digital e a integridade de informações do Poder Judiciário brasileiro.

O presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira deu as boas-vindas a todos na reunião e enalteceu a importância da pauta. “Segurança cibernética não diz respeito apenas a sistemas. Diz respeito à proteção dos dados, à contiguidade dos serviços e à confiança da sociedade na Justiça. Por isso recebemos essa visita com plena disposição para colaborar”, disse.

O juiz auxiliar da Presidência do CNJ, João Thiago Guerra apresentou o Programa Justiça [+ Segura], explicando que se trata de uma parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com o objetivo de enfrentar os desafios consequentes do grande avanço do processo de transformação digital dos serviços judiciários, que, segundo ele, “resultou em muitos benefícios, tanto para o Judiciário, quanto para os usuários externos, para a sociedade, mas também aumentou o nosso nível de risco de exposição a ataques cibernéticos a patamares que precisam ser enfrentados”.

Conforme o juiz Thiago Guerra, o Justiça [+ Segura] tem o objetivo de criar um grande conjunto de ações estruturantes para apoiar os tribunais brasileiros a elevarem os seus níveis de segurança cibernética. “Nós temos o objetivo de que o Judiciário brasileiro como um todo alcance patamares ótimos de cibersegurança para que nós, enquanto ecossistemas, consigamos resistir aos contínuos ataques que temos sofrido da criminalidade organizada”, afirmou.

O representante do CNJ destacou ainda que o TJMT foi um dos poucos tribunais selecionados para participar da primeira fase do programa. “A escolha do TJ de Mato Grosso não foi aleatória. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso é um tribunal que goza de grande credibilidade junto ao ecossistema de tecnologia da informação, não apenas do Conselho Nacional de Justiça, mas também em relação aos seus pares. Por conta disso, o CNJ, sabendo que aqui nós vamos encontrar profissionais capacitados, programas, projetos robustos e processos de trabalho bem definidos, viemos até aqui para validar as premissas que foram estabelecidas, mas também para aprender, para colher do tribunal sugestões de aprimoramento do programa”, explicou Guerra.

Leia Também:  Contas de Juara apresentam superávit e recebem parecer favorável do TCE-MT

O juiz auxiliar da Presidência do CNJ defende ainda que a segurança cibernética deve ser preocupação prioritária de todas as organizações, especialmente do Judiciário. “Não adianta um tribunal ter uma quantidade gigantesca de serviços digitais, ser super orientado à inovação, se ele é vulnerável, se ele está exposto aos ataques cibernéticos. Isso pode comprometer a disponibilidade do serviço ou, mais do que comprometer a disponibilidade, pode comprometer a confiabilidade dos serviços judiciais, por meio de um acesso indevido a um dado judicial, a manipulação dos dados. Esse é um risco que nós não podemos mais correr”, assevera.

Diante desse cenário, João Thiago Guerra afirma que toda a população ganha com a segurança cibernética. “A sociedade se beneficia porque essa linha de atuação garante a confiabilidade dos serviços judiciários, não apenas a sua disponibilidade, mas em especial a sua confiabilidade”.

Presidente do Comitê de Gestão Estratégica e do Comitê Técnico Operacional de Inteligência Artificial do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso, o desembargador Luiz Octávio Oliveira Saboia Ribeiro destaca que a visita da equipe do CNJ é relevante para o Tribunal de Justiça porque indica a maturidade da instituição com relação ao tratamento dos sistema digitais, da Tecnologia da Informação e o avanço que o tribunal vem fazendo em termos de inclusão digital e de oferecimento de serviços digitais para a sociedade.

“O Justiça [+ Segura], do Conselho Nacional de Justiça, é um projeto relevante para todos os tribunais do país e nós compreendemos essa oportunidade como única, no momento em que podemos contribuir com o nascedouro do projeto. Essa é a intenção do CNJ, por aquilo que foi colocado, ou seja, uma construção cooperativa com os tribunais e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso sendo um desses colaboradores”, afirmou.

Leia Também:  Governo de MT entrega novilhas prenhas de raça leiteira para agricultura familiar

Saboia lembrou que a transformação digital no Poder Judiciário de Mato Grosso remonta a 2009 e tem evoluído continuamente. “Ao longo dos anos, as administrações vieram investindo em tecnologia, em cibersegurança, em uma série de ferramentas de tecnologia e governança para minimizar riscos com relação à cibersegurança. Contudo, nós sabemos que a evolução tecnológica tem adotado uma velocidade exponencial nos últimos anos. E mais do que nunca, essas ferramentas, essas políticas, a prática de governança precisam ser aperfeiçoadas. Então, quando se trabalha em um projeto de cunho nacional, como é o Justiça [+ Segura], o que se pretende é enxergar todas as realidades dos tribunais e construir algo que seja viável a todas as unidades judiciárias do país”, comentou.

Também participaram da reunião com o CNJ os desembargadores Rodrigo Curvo (ouvidor-geral do PJMT) e Lídio Modesto da Silva Filho (presidente do Comitê Gestor de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso); os juízes auxiliares da Presidência do TJMT e da CGJ-MT, respectivamente Agamenon Alcântara Moreno Júnior e Jorge Alexandre Martins Ferreira; a juíza coordenadora do Laboratório de Inovação e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – InovajusMT, Joseane Carla Ribeiro Viana Quinto Antunes; o juiz representante do 1º Grau, Gabriel da Silveira Matos; a vice-diretora geral do TJMT, Renata Bueno; as coordenadoras Judiciária e de Tecnologia da Informação do TJMT, respectivamente Rose Pincerato e Márcia Buhr; o analista técnico de Gestão do Programa Justiça [+ Segura], Fabiano Lima; o chefe substituto da Divisão de Segurança da Informação do CNJ, Hyago Mariano; a assistente de Gestão de Projetos UGP/PNUD, Laisa Lima; e a assistente de Comunicação do Programa Justiça [+ Segura], Amanda Damasceno.

Autor: Celly Silva

Fotografo: Lucas Figueiredo

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA