CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

SAÚDE

Municípios têm até 13 de abril para solicitar equipamentos odontológicos para unidades do SUS

Publicados

SAÚDE

A partir da última quinta-feira (3), todos os municípios do país podem solicitar o recebimento de equipamentos odontológicos em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). A ação é promovida pelo Ministério da Saúde, por meio da Política Nacional de Saúde Bucal – Brasil Sorridente, e tem como objetivo ampliar e qualificar o cuidado integral da população. Para adquirir o equipamento, o processo é todo online e os pedidos devem ser feitos pela plataforma e-Gestor até o próximo dia 13. 

No total, foram investidos R$ 22 milhões para a aquisição de 15.134 equipamentos, que serão distribuídos aos municípios contemplados. Para a coordenadora-geral de Saúde Bucal da pasta, Doralice Severo Cruz, a doação reafirma o compromisso com a equidade. “Sabemos que o acesso à saúde bucal de qualidade ainda é um desafio em muitas regiões, e essa iniciativa busca reduzir desigualdades, garantindo que mais brasileiros tenham acesso a um atendimento digno e resolutivo. Os equipamentos doados vão fortalecer a estrutura dos serviços de saúde, ampliando a capacidade de atendimento e promovendo mais saúde para a população”, afirma. 

Leia Também:  Ministério da Saúde mantém apoio aos atingidos pelo rompimento de Fundão em Mariana (MG) dez anos após o desastre

Sobre os equipamentos 

Serão distribuídos: 

  • Motor reciprocante para endodontia (Quantidade: 2.636)

É o aparelho usado no tratamento de canal para girar as limas automaticamente, facilitando a limpeza do dente e tornando o procedimento mais rápido e seguro;

  • Localizador apical (Quantidade: 2.636)

É o dispositivo que ajuda o dentista a medir com precisão até onde ele deve limpar dentro do dente durante um tratamento de canal, evitando erro;

  • Equipo odontológico tipo cart (Quantidade: 71)

Trata-se do carrinho com os principais equipamentos que o dentista usa, como a broca de alta e baixa rotação e a seringa de ar e água, permitindo que ele trabalhe em ambiente hospitalar;

  • Aparelho de raio-X odontológico (Quantidade: 2.058)

Usado para tirar radiografias dos dentes, ajudando a identificar cáries, reabsorções ósseas, infecções e outros problemas que não podem ser vistos a olho nu; 

  • Bomba à vácuo (Quantidade: 7.733)

Equipamento que suga saliva e outras secreções da boca do paciente durante o atendimento. 

Como solicitar? 

Todos os municípios podem participar do processo. É necessário, no entanto, que o ente federado tenha pelo menos uma equipe de Saúde Bucal (eSB) atuando na atenção primária ou em um Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), para garantir a presença de profissionais que saibam operar os equipamentos.

Leia Também:  Ministério da Saúde alerta para riscos do tétano e destaca avanços e desafios na vacinação

Para manifestar interesse na aquisição, os interessados devem acessar o e-Gestor com login e senha, e seguir o passo a passo da página “Equipamentos APS”

Não há limite para a quantidade de equipamentos que cada localidade pode solicitar. Os pleitos serão atendidos conforme disponibilidade e levando em consideração a vulnerabilidade dos municípios, considerando o princípio da equidade.

Em caso de dúvidas, basta entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (61) 3315-9145. 

Laísa Queiroz
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

SAÚDE

Governo do Brasil anuncia o maior investimento da história para impulsionar inovações em endometriose, dor pélvica e saúde menstrual no SUS

Publicados

em

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, juntamente com a primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, e a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participou, nesta terça-feira (9), do anúncio de R$ 60 milhões, o maior investimento já realizado no Brasil voltado à geração de conhecimento científico, tecnologias e soluções inovadoras relacionadas à endometriose, à dor pélvica e à saúde menstrual.

Os recursos estão previstos em uma chamada pública do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para o desenvolvimento de soluções inovadoras e a criação de uma rede nacional de pesquisa, com apoio financeiro do Instituto Alana. O objetivo é que os projetos sejam aplicados no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para o aperfeiçoamento dos diagnósticos e tratamentos e para o fortalecimento da atenção à saúde das mulheres.

“Esse é um tema muito importante, que afeta pelo menos 8 milhões de mulheres no nosso país, especialmente adolescentes. É fundamental que ele tenha sido contemplado em um edital específico com esse volume de recursos. Temos o compromisso de construir uma política pública robusta no SUS para enfrentar essa questão da forma como ela precisa ser enfrentada”, afirmou o ministro Alexandre Padilha.

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou que “quando uma menina falta à escola por causa da dor ou uma mulher leva anos para receber um diagnóstico, estamos diante de um problema de saúde pública que exige uma resposta do Estado. Esse investimento demonstra o compromisso do Governo do Brasil com a ciência como instrumento de cuidado, inclusão e promoção da qualidade de vida das mulheres brasileiras”.

Leia Também:  Ministério da Saúde inicia vacinação de 1,2 milhão de profissionais de saúde contra a dengue em todos os estados

A primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, participou do anúncio no MCTI e chamou a atenção para o fato de que, por muito tempo, questões relacionadas à saúde da mulher foram tratadas com invisibilidade ou minimizadas. “Muitas mulheres convivem com dores intensas sem receber diagnóstico ou acolhimento adequados, e a endometriose é um exemplo dessa realidade. Por isso, essa iniciativa do MCTI é tão importante, ela direciona atenção e investimentos para pesquisas sobre uma condição que afeta milhões de brasileiras”, afirmou Janja.

A chamada pública será aberta pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e terá cinco eixos temáticos: causa e prevenção; diagnóstico; tratamento; biorrepositório (reservatório de materiais biológicos, utilizado em pesquisas específicas); e impacto social. As pesquisas deverão contribuir para reduzir lacunas de conhecimento sobre a endometriose, doença crônica ainda subdiagnosticada, que afeta cerca de uma em cada dez meninas e mulheres e pode levar anos para ser identificada.

Outros R$ 10 milhões serão aplicados pelo Instituto Alana e destinados à criação de uma rede nacional estruturante de pesquisa nesses temas, formada a partir dos projetos selecionados, que contarão com uma infraestrutura compartilhada de comunicação científica, implementação de ciência cidadã, apoio ao pesquisador, educação e formação.

Leia Também:  Hospital privado do Espírito Santo começa a realizar cirurgias gratuitas em pacientes do SUS pelo Agora Tem Especialistas

Tratamento no SUS

O ministro Alexandre Padilha destacou que o primeiro protocolo clínico do SUS para o tratamento da endometriose foi instituído no ano passado, no âmbito do programa Agora Tem Especialistas, alinhando diretrizes assistenciais e financiamento.

“Foi criada a primeira tabela específica para estimular esse cuidado integrado, remunerando um conjunto de ações que envolve consulta, diagnóstico e tratamento. Isso é muito importante porque, quando o Ministério da Saúde induz uma política para o SUS, o SUS responde. Alguns estados mais do que dobraram o número de mulheres atendidas, diagnosticadas e que iniciaram tratamento para endometriose. Mas isso ainda é pouco diante da dimensão do problema”, afirmou o ministro.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA