POLITÍCA NACIONAL
Confúcio destaca Acampamento Terra Livre e pede apoio à educação indígena
POLITÍCA NACIONAL
O senador Confúcio Moura (MDB-RO) afirmou, em pronunciamento nesta quinta-feira (10), que a principal reclamação dos indígenas de Rondônia, durante o 21º Acampamento Terra Livre em Brasília, é a falta de estrutura nas escolas. Ele visitou a mobilização — que reúne cerca de 8 mil indígenas até o dia 11 de abril — e destacou que muitos professores dão aulas em casas, devido à deterioração dos prédios escolares.
— Guajará-Mirim concentra mais de 70% dos índios rondonienses, só numa cidade. Ela tem 95% de área preservada. Esses indígenas ficam esparramados nas beiras dos rios, e o problema maior deles é que muitos dos professores indígenas estão dando aula na casa da professora; não tem mais escola. As escolas daquela região foram construídas pela prelazia, por dois bispos antigos, já falecidos, católicos, de Guajará-Mirim. Construíram aquelas escolas, mas tem muitos anos, e as escolas já foram deterioradas. De muitas, caíram os telhados, a madeira apodreceu, e eles estão desassistidos — disse.
Confúcio afirmou que a maioria dos indígenas vive às margens dos rios, com acesso limitado à infraestrutura básica. Ele mencionou que, quando foi governador de Rondônia, implantou concursos para professores indígenas, mas que atualmente a demanda por profissionais e equipamentos escolares continua alta. Ele defendeu a ampliação da conectividade nas aldeias e o fornecimento de computadores. Também comentou que muitos jovens indígenas já buscam formação técnica em áreas como engenharia e meio ambiente.
O senador disse ter feito emenda parlamentar para apoiar essas comunidades, com a instalação de pontos de internet e compra de embarcações para facilitar o acesso à saúde. Ele mencionou a atuação da AgSUS, entidade que apoia a saúde indígena, e destacou a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no Acampamento Terra Livre. Durante o evento, Padilha vacinou indígenas e falou sobre as ações da pasta. Confúcio elogiou a criação da Superintendência de Políticas Indígenas em Rondônia e citou lideranças como Neidinha Suruí e Txai Suruí, que atuam na defesa de territórios indígenas ameaçados.
— Esses 8 mil indígenas fizeram uma passeata pelo Eixo Monumental até aqui, à frente do Congresso Nacional, defendendo as suas bandeiras, os seus direitos, as suas demarcações de terras indígenas, fizeram todos os seus movimentos e estão aí até amanhã. Esse trabalho é fundamental, e acredito que vai avançar bastante, e quero, assim, parabenizar tanto o Padilha como o ministro Wellington Dias [ministro do Desenvolvimento e Assistência Social], que também esteve lá, falando dos direitos indígenas, falando para a agência do seu ministério para essas populações — afirmou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Motta sobre o fim da escala 6×1: “Foco é a redução da jornada sem redução salarial”
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o foco da discussão sobre a escala de trabalho é a redução da jornada de trabalho sem redução salarial. Segundo ele, há várias ideias em debate, como reduzir a jornada sem mexer na escala, voltar com a desoneração da folha e promover redução gradativa, entre outras, mas o objetivo é não reduzir o salário. Ele destacou que o tema é a matéria mais importante da Casa neste ano.
“Sabemos que o povo quer a redução da jornada. A Câmara tem a vontade política, mas temos a responsabilidade de tratar o tema com equilíbrio”, afirmou o presidente em entrevista a uma emissora de rádio da Paraíba nesta quinta-feira (23).
Na entrevista, Motta reforçou que a tramitação via proposta de emenda à Constituição (PEC) é o instrumento legislativo mais adequado para debater o tema, porque permite uma ampla discussão com todos os setores impactados. O governo enviou à Câmara um projeto de lei sobre o assunto.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira
Fonte: Câmara dos Deputados
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