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IHARA apresenta inovações japonesas para o agronegócio na Tecnoshow COMIGO 2025

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Com mais de 60 anos de tradição no desenvolvimento de defensivos agrícolas, a IHARA participará da 22ª edição da Tecnoshow COMIGO, que será realizada de 7 a 11 de abril em Rio Verde (GO). Reconhecida como uma das principais feiras do agronegócio nacional, o evento será palco para a empresa apresentar suas soluções tecnológicas de origem japonesa, desenvolvidas especialmente para as condições das lavouras brasileiras. O foco estará no aumento da produtividade e na superação de desafios enfrentados pelos agricultores nas culturas de soja, milho e sorgo.

A segunda safra tem consolidado milho e sorgo como culturas estratégicas para o agronegócio brasileiro. De acordo com a consultoria Cogo Inteligência em Agronegócio, a safra 2024/25 deve registrar crescimento expressivo em Goiás: a área dedicada ao milho de segunda safra ultrapassa 1,7 milhão de hectares, com previsão de produção de 11,4 milhões de toneladas — um aumento de 15,8% em relação à safra anterior. Para o sorgo, projeta-se incremento de 2,2% na área plantada, alcançando 393 mil hectares e 1,375 milhão de toneladas (alta de 3,2%). Já a soja deverá ocupar 4,96 milhões de hectares no estado, com produção estimada em 20,231 milhões de toneladas — crescimento de 20,3% em comparação com a safra 2023/24. Esses dados reforçam a necessidade de soluções eficazes para o manejo e a proteção das lavouras.

“Estamos sempre ao lado do agricultor, oferecendo soluções que combatem pragas, doenças e plantas daninhas resistentes. Esse é o nosso compromisso, que levaremos para a Tecnoshow COMIGO”, afirma Valdumiro Garcia, engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA.

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Tecnologia japonesa aplicada ao campo brasileiro

Durante a feira, a IHARA apresentará seu portfólio de produtos desenvolvidos com moléculas de última geração, que unem a expertise japonesa às necessidades da agricultura nacional. Entre os destaques estão os inseticidas ZEUS, indicado para o controle dos percevejos marrom e barriga-verde na soja, além de eficaz no manejo da cigarrinha no milho; e o TERMINUS, que se destaca pela ação prolongada e alto poder de choque, controlando percevejos e pulgões em culturas como soja, milho e sorgo.

No segmento de fungicidas, o FUSÃO EC se sobressai pela rápida absorção e translocação nas plantas, proporcionando proteção sistêmica contra doenças. Já o SUGOY, com tripla ação, promete revolucionar o controle das principais doenças foliares da soja — como ferrugem asiática, mancha-alvo e oídio — com amplo espectro de ação e efetividade no manejo de resistência.

Para o controle de plantas daninhas resistentes, a IHARA aposta no herbicida pré-emergente YAMATO SC, que oferece longo residual e seletividade no sistema soja-milho, atuando contra plantas como o capim-pé-de-galinha e garantindo maior produtividade.

“Entendemos que inovação vai além de oferecer produtos. Trata-se de um processo contínuo de troca de conhecimento e compreensão dos desafios enfrentados no campo. Por isso, buscamos estar próximos do produtor rural, fornecendo suporte para decisões assertivas que elevem a produtividade das lavouras”, destaca Garcia.

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Estande interativo com foco no conhecimento

O estande da IHARA na Tecnoshow será um espaço dedicado à interação com os produtores e à disseminação de informações técnicas relevantes. Os visitantes poderão participar de um circuito técnico para conhecer melhor as tecnologias da empresa e sua aplicação no campo, além de atividades como um game de perguntas e respostas, com premiações, e a dinâmica “Tirando o Chapéu para IHARA”.

O estande também contará com uma programação de palestras técnicas com especialistas do setor. No dia 8 de abril, às 10h e às 15h, Fernando Grigolli, pesquisador da Famiva Pesquisa e Soluções Agrícolas, abordará o tema “Desafios de Pragas no sistema de soja e milho”. No dia 9, no mesmo horário, André Aguirre, da Aguirre & Ramos Consultoria, falará sobre “Manejo para altas produtividades para milho e sorgo”. Já no dia 10 de abril, às 10h, será realizado o painel “Desafios e oportunidades do Agro em 2025”, mediado pela jornalista especializada em agronegócio Kellen Severo, com participação de Antonio Chavaglia, presidente da COMIGO; Clodoaldo Calegari, presidente da Aprosoja Goiás; e Clayton Veiga, diretor executivo sênior da IHARA.

Com uma proposta de aproximar tecnologia e conhecimento do produtor rural, a IHARA reforça seu compromisso com a evolução da agricultura brasileira e com o desenvolvimento sustentável do campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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