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Milho inicia a semana em queda na Bolsa de Chicago e opera de forma mista na B3

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Desempenho do milho na B3 inicia a semana com oscilações

A segunda-feira (14) começou com os contratos futuros do milho operando de forma mista na Bolsa Brasileira (B3). Por volta das 10h14 (horário de Brasília), as principais cotações registravam valores entre R$ 72,15 e R$ 78,63.

O contrato com vencimento em maio de 2025 era negociado a R$ 78,63, apresentando queda de 0,89%. O julho/25 registrava estabilidade, cotado a R$ 72,15. Já o setembro/25 valia R$ 72,26, com leve retração de 0,11%, enquanto o novembro/25 avançava 0,13%, sendo negociado a R$ 75,16.

Cenário internacional: milho recua na Bolsa de Chicago

Na Bolsa de Chicago (CBOT), o mercado também iniciou a semana com tendência negativa para os preços do milho. Por volta das 09h44 (horário de Brasília), os contratos futuros operavam em baixa.

O vencimento maio/25 era cotado a US$ 4,86, com recuo de 3,50 pontos. O contrato julho/25 valia US$ 4,94, caindo 2,75 pontos. O setembro/25 era negociado a US$ 4,55, com perda de 0,50 ponto, enquanto o dezembro/25 registrava US$ 4,62, com baixa de 0,75 ponto.

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Fatores de pressão sobre o mercado internacional

De acordo com o portal internacional Successful Farming, os futuros do milho apresentaram leve retração, influenciados pela queda do dólar, que recuou mais de 0,6% durante a madrugada. Esse cenário fez com que os investidores adotassem uma postura cautelosa.

Segundo o analista Tony Dreibus, um dólar mais fraco tende a aumentar a competitividade dos produtos agrícolas norte-americanos no mercado internacional, já que se tornam mais atrativos para compradores estrangeiros.

Além disso, a desvalorização do trigo diante de previsões climáticas favoráveis em importantes regiões produtoras ao redor do mundo também contribuiu para pressionar os preços do milho em Chicago.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tecnologia no campo avança no Matopiba como estratégia para reduzir custos e aumentar eficiência produtiva

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Alta nos custos pressiona produtores e acelera adoção de tecnologia no campo

O aumento dos custos de produção no agronegócio brasileiro tem levado produtores rurais a adotarem soluções tecnológicas como estratégia para preservar margens e manter a produtividade.

Na região do Matopiba — que abrange áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia —, a busca por eficiência hídrica e energética vem ganhando força diante da volatilidade dos preços agrícolas e da alta nos insumos.

Fertilizantes, energia e combustíveis seguem como principais desafios

Dados do setor indicam que os custos com fertilizantes, combustíveis e energia elétrica continuam entre os principais desafios enfrentados pelos produtores rurais.

Ao mesmo tempo, o campo avança em modernização, com crescimento do uso de tecnologias voltadas à irrigação e à geração própria de energia como forma de reduzir despesas operacionais e aumentar a previsibilidade da produção.

Irrigação eficiente e energia solar ganham espaço no Matopiba

Nesse cenário, empresas do setor têm ampliado investimentos em soluções integradas para o campo. É o caso da Brasmáquinas, que atua no fornecimento de equipamentos e projetos personalizados, com foco em irrigação e energia solar.

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Entre os destaques estão os pivôs de irrigação da linha KREBS, desenvolvidos para garantir distribuição uniforme de água, otimizar o consumo hídrico e reduzir o gasto energético. A tecnologia contribui para a estabilidade da produção, especialmente em regiões com irregularidade de chuvas, como o Matopiba.

Energia solar reduz dependência da rede elétrica e combustíveis

Além das soluções de irrigação, a empresa também ampliou a oferta de sistemas de energia solar, incluindo modelos on grid, híbridos e off grid.

A proposta é reduzir a dependência da rede elétrica convencional e de combustíveis fósseis, promovendo diminuição de custos no médio e longo prazo para o produtor rural.

Gestão mais estratégica e uso de dados no campo

Segundo o CEO da Brasmáquinas, Kristyan Mota, o cenário atual exige decisões mais estratégicas dentro da porteira.

“O produtor rural está cada vez mais orientado por dados e eficiência. Investir em tecnologia deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade para manter a competitividade. Soluções que combinam irrigação inteligente e geração de energia própria têm impacto direto na redução de custos e na previsibilidade da produção”, afirma.

Tecnologia se consolida como aliada da eficiência e sustentabilidade

Com atuação que vai do planejamento ao acompanhamento técnico e pós-venda, a Brasmáquinas tem fortalecido sua presença na região ao oferecer soluções adaptadas à realidade de propriedades de pequeno, médio e grande porte.

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Diante de um cenário global ainda marcado por incertezas, a tendência é de continuidade na adoção de tecnologia no campo, consolidando seu papel como um dos principais pilares para ganho de eficiência, sustentabilidade e rentabilidade no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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