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Preço do Café Robusta Registra Alta de Mais de 2% na Abertura desta Segunda-feira (14)

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Nesta segunda-feira, 14 de abril, data em que se comemora o Dia Mundial do Café, os mercados internacionais operavam em alta, com destaque para a valorização do café robusta. Em Londres, os preços avançaram 2,36% logo pela manhã, impulsionados por uma oferta restrita, estoques baixos e uma demanda resiliente.

Oferta Limitada e Queda nas Exportações

O mercado continua sob pressão devido à oferta limitada e aos estoques em níveis baixos, o que tem sido refletido nas recentes estatísticas do setor. Dados divulgados pelo Cecafé indicam uma redução de 24,9% nas exportações de café em março de 2025, em comparação ao mesmo mês do ano passado, o que agrava a preocupação dos agentes do mercado sobre a continuidade do cenário.

Exportações em Queda e Expectativas para o Consumo

De acordo com um relatório da Pine Agronegócios, as exportações de café apresentam uma leve queda, embora o aumento dos preços esteja atenuando o impacto. O consumo interno, por sua vez, é marcado por uma percepção de declínio. No entanto, o grande ponto de atenção para os próximos meses é a possível mudança na narrativa do mercado, que pode afetar as expectativas dos especuladores quanto ao consumo futuro.

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Impacto da Safra de Conilon

O relatório também destaca o início da safra do Conilon, que tem pressionado os preços para baixo, especialmente para a safra nova. Os preços se aproximam dos valores do Vietnã, mas ainda há a expectativa de um cenário desfavorável para a entrada dessa safra, o que deve continuar afetando o mercado.

Movimentação dos Preços nas Bolsas

Perto das 9h (horário de Brasília), o café robusta negociado na bolsa de Londres avançava mais de 2%, com um aumento de US$ 131, atingindo US$ 5.230/tonelada no vencimento de maio de 2025. O contrato de julho de 2025 registrava alta de US$ 124, sendo negociado a US$ 5.173/tonelada, enquanto o vencimento de setembro de 2025 teve valorização de US$ 128, com o preço de US$ 5.099/tonelada. Já o contrato para novembro de 2025 subia US$ 134, chegando a US$ 5.033/tonelada.

Por outro lado, o café arábica apresentou queda de 5 pontos, sendo cotado a 357,65 cents/lbp no contrato de maio de 2025. Nos vencimentos de julho de 2025, o valor subiu 155 pontos, alcançando 355,15 cents/lbp, e os contratos de setembro e dezembro de 2025 apresentaram aumentos de 215 pontos, sendo negociados a 349,95 cents/lbp e 343,40 cents/lbp, respectivamente.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Genética bovina pode aumentar produção de leite em até 9,2% e reduzir emissões de metano, aponta estudo

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No Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, pesquisas reforçam o papel estratégico da genética no desenvolvimento de uma pecuária leiteira mais eficiente, rentável e sustentável. Estudos recentes indicam que a seleção genética pode elevar a produção de leite em até 9,2%, além de reduzir em 12,7% a intensidade das emissões de metano, contribuindo para a mitigação dos impactos ambientais da atividade.

O avanço da genética ocorre em um momento importante para o setor. Em 2025, o Brasil registrou a maior captação de leite de sua história, com 27,5 bilhões de litros adquiridos por laticínios sob inspeção sanitária. O cenário reforça a necessidade de adoção de tecnologias capazes de aumentar a produtividade sem ampliar proporcionalmente o uso de recursos naturais.

Rebanhos mais eficientes impulsionam produtividade

Estudos conduzidos pela Zoetis demonstram que animais geneticamente superiores apresentam maior capacidade produtiva mesmo em condições de estresse térmico, além de melhor eficiência alimentar e menor intensidade de emissão de gases de efeito estufa ao longo da vida produtiva.

Os resultados apontaram benefícios expressivos para os sistemas de produção leiteira:

  • Aumento médio de 9,2% na produção de leite;
  • Redução de 18,1% na taxa de reposição dos rebanhos;
  • Diminuição de até 12,7% na intensidade das emissões de metano;
  • Redução média de 9,5% na intensidade de nitrogênio associada à produção.

Segundo Henrique Hooper, coordenador de Serviços Técnicos de Ruminantes da Zoetis Brasil, a genética tem ampliado a capacidade dos produtores de tomar decisões mais precisas dentro das propriedades.

“A utilização de informações genéticas permite identificar animais com maior potencial produtivo, melhor eficiência alimentar e maior capacidade de adaptação aos desafios climáticos. Isso acelera o melhoramento genético e contribui para a formação de rebanhos mais eficientes e sustentáveis”, destaca.

Sustentabilidade passa a integrar a seleção genética

Os indicadores ambientais utilizados nas pesquisas foram desenvolvidos a partir do modelo científico RuFaS (Ruminant Farm System), reconhecido internacionalmente para avaliação da sustentabilidade na pecuária.

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A metodologia foi incorporada à atualização do Clarifide Dairy Plus, solução genética da Zoetis que utiliza o índice econômico DWP$ (Dairy Wellness Profit Index). A ferramenta considera características ligadas à produção e qualidade do leite, fertilidade, nutrição de precisão, bem-estar animal e uso racional de antibióticos para avaliar o potencial de rentabilidade dos animais.

Com a atualização mais recente, passaram a ser incorporadas também avaliações relacionadas à eficiência alimentar e à resiliência ao calor, ampliando a capacidade de seleção de animais mais adaptados às condições futuras de produção.

Resiliência ao calor ganha importância na pecuária leiteira

O aumento das temperaturas e a maior frequência de eventos climáticos extremos têm colocado a adaptação dos rebanhos entre as prioridades da cadeia produtiva do leite.

Nesse contexto, a genética surge como uma ferramenta importante para identificar animais capazes de manter produtividade, fertilidade e saúde mesmo sob condições de estresse térmico.

Os estudos desenvolvidos pela companhia permitem diferenciar indivíduos mais adaptados dentro do mesmo rebanho, utilizando indicadores relacionados à temperatura, umidade e impacto climático sobre a produção.

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Eficiência alimentar reduz custos e impactos ambientais

Outro fator cada vez mais valorizado na pecuária leiteira é a eficiência alimentar. Animais geneticamente mais eficientes conseguem converter melhor os nutrientes consumidos em produção de leite, reduzindo desperdícios e melhorando o aproveitamento dos recursos nutricionais.

Além da redução dos custos de produção, essa característica contribui para diminuir a pegada ambiental da atividade, reduzindo a emissão de gases por litro de leite produzido.

Tecnologia genética apoia decisões mais precisas no campo

Para transformar dados em decisões práticas, ferramentas genômicas vêm sendo utilizadas para identificar animais mais produtivos, saudáveis e adaptados às condições de cada sistema produtivo.

Entre as soluções disponíveis está o Clarifide Dairy Plus, plataforma que realiza avaliações genômicas de bovinos das raças Holandesa e Jersey, permitindo identificar fatores de risco genético associados a doenças de importância econômica, além de características relacionadas à produtividade, bem-estar animal, eficiência alimentar e adaptação climática.

Com a integração entre genética, ciência e tecnologia, a tendência é que a pecuária leiteira brasileira avance na construção de sistemas mais competitivos, sustentáveis e preparados para atender às exigências dos mercados e dos consumidores nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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