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Produtores de kiwi recorrem à irrigação para manter qualidade das lavouras na Serra Gaúcha

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As condições climáticas têm favorecido a produção de kiwi na região administrativa de Caxias do Sul, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (3) pela Emater/RS-Ascar. O boletim destaca que o clima atual tem contribuído para a manutenção da sanidade das lavouras e para o avanço do processo de maturação dos frutos.

No entanto, mesmo diante desse cenário positivo, a baixa umidade do solo e do ar tem gerado apreensão entre os produtores. Segundo o levantamento da Emater/RS-Ascar, os quivicultores estão atentos à elevada exigência hídrica das plantas, especialmente nesta fase final de crescimento e início da maturação. Para suprir essa necessidade, muitos têm recorrido à irrigação localizada, utilizando sistemas como gotejamento e microaspersão.

Com o objetivo de assegurar a qualidade da colheita, os agricultores também estão monitorando cuidadosamente o grau Brix das frutas — índice que mede o teor de açúcar e determina o ponto ideal para a colheita. Conforme o boletim, a colheita das variedades de kiwi com polpa amarela já teve início, enquanto os frutos de polpa verde seguem em processo de avaliação.

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A Emater/RS-Ascar reforça que o acompanhamento técnico permanece constante na região e orienta os produtores quanto à importância da irrigação adequada neste momento decisivo do ciclo da cultura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mistura maior de biodiesel e etanol entra na pauta do CNPE

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O avanço dos biocombustíveis volta ao centro da política energética com a possibilidade de aumento da mistura obrigatória no diesel e na gasolina. A proposta de elevar o biodiesel para 17% (B17) e o etanol para 32% (E32) deve ser analisada na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para a próximo próxima quinta-feira (07.05), e pode ampliar a demanda por matérias-primas do agro e reforçar a posição do País na transição energética.

A defesa do aumento foi formalizada por parlamentares ligados ao setor produtivo, em articulação da Coalizão dos Biocombustíveis. O grupo reúne lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Frente Parlamentar do Biodiesel, que veem na medida uma resposta à volatilidade dos preços internacionais de energia e uma oportunidade de expansão do mercado interno para combustíveis renováveis.

Na prática, a elevação das misturas tem efeito direto sobre cadeias como soja e milho — bases para a produção de biodiesel e etanol, ao ampliar o consumo doméstico e estimular novos investimentos industriais. Além disso, reduz a dependência de combustíveis fósseis importados, especialmente em momentos de alta do petróleo no mercado internacional.

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O Ministério de Minas e Energia (MME) já sinalizou apoio à ampliação da mistura de etanol. Segundo a pasta, testes técnicos validaram a viabilidade de avanço do atual patamar para o E32, dentro de uma estratégia que também busca levar o País à autossuficiência em gasolina.

Hoje, os percentuais obrigatórios estão em 30% de etanol na gasolina (E30) e 15% de biodiesel no diesel (B15), definidos pelo próprio CNPE. Qualquer alteração depende de deliberação do colegiado, que assessora a Presidência da República na formulação de diretrizes para o setor energético.

Além do impacto econômico, o argumento central do setor está na segurança energética. Com maior participação de biocombustíveis, o Brasil reduz a exposição a choques externos, como oscilações no preço do petróleo, que recentemente voltou a subir no mercado internacional e ganha previsibilidade no abastecimento.

O tema também tem peso ambiental. A ampliação das misturas contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa e reforça compromissos assumidos pelo País em acordos internacionais, ao mesmo tempo em que consolida a vantagem competitiva brasileira na produção de energia de base renovável.

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Por outro lado, a decisão envolve equilíbrio entre oferta, demanda e impactos sobre preços. O governo avalia o momento adequado para avançar, considerando o cenário de combustíveis, a capacidade produtiva do setor e os reflexos sobre inflação e abastecimento.

Se aprovado, o aumento das misturas tende a fortalecer a integração entre energia e agronegócio, ampliando o papel do campo não apenas como produtor de alimentos, mas também como fornecedor estratégico de energia no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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