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Com Lula, Alckmin participa de lançamento industrial da Nissan no RJ
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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, participou nesta terça-feira (15/4), com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da cerimônia do lançamento industrial da Nissan, em Resende (RJ). O evento marcou o avanço da produção e geração de empregos pela empresa japonesa, resultado do plano de investimentos de R$ 2,8 bilhões no Brasil.
“Há um grande esforço do presidente Lula em fazer a indústria no Brasil crescer. A indústria está na ponta da inovação e da tecnologia, agrega valor, paga salários mais altos, promove o desenvolvimento do país”, afirmou Alckmin, lembrando que o governo Lula lançou a Nova Indústria Brasil (NIB), coordenada pelo MDIC. “A Nova Indústria Brasil é uma indústria mais inovadora, sustentável, competitiva e exportadora. O exemplo é a Nissan”, disse o vice presidente.
Para a ampliação do Complexo Industrial de Resende, foram instalados 98 novos robôs e criados 297 postos de trabalho na linha de produção. Além disso, a fábrica ganhou 29 novos veículos guiados automatizados (AGVs, na sigla em inglês), totalizando 202 unidades desses pequenos robôs autoguiados que conduzem carrinhos de peças e plataformas, fazendo com que a operação seja mais flexível, segura e silenciosa.
Alckmin citou o bom desempenho da indústria automotiva brasileira, que cresceu 9,7% no ano passado, enquanto a evolução média no mundo foi de 2%. Lembrou ainda que o Brasil vendeu 14,1% a mais de veículos em 2024, evidenciando o ganho de renda da população. “Não tem país que cresça sem emprego e massa salarial. E isso o presidente Lula tem trabalhado”, acrescentou. “E com estabilidade e previsibilidade, o Brasil vai crescer ainda mais”, concluiu.
Em seu discurso, o presidente Lula lembrou que, quando assumiu a Presidência da República em 2023, a indústria automotiva vendia menos carro que quando encerrou seu segundo mandato. E foram necessárias medidas para garantir estabilidade econômica, política, jurídica e social, além de previsibilidade. “O que aconteceu no Brasil é exatamente isso, o dinheiro começou a circular, as pessoas começaram a se informar melhor e as pessoas começaram a ganhar um pouco mais”, acrescentou.
Na cerimônia, o presidente da Nissan América Latina, Guy Rodríguez, ressaltou a importância do programa do governo federal de Mobilidade Verde e Inovação (MOVER) para garantir investimentos em tecnologia e diminuição de custos logísticos. “Hoje, o vice-presidente falou sobre vários projetos nos quais está trabalhando para promover ainda mais a integração de novas tecnologias no Brasil. E isso nos permite investir com confiança, com previsibilidade, e oferecer o melhor que a Nissan tem no mundo para o cliente aqui no Brasil, feito no Brasil”, acrescentou.
O MOVER, só em 2025, prevê R$ 3,8 bilhões de incentivos. Na oportunidade, o presidente Lula assinou o decreto que regulamenta o programa, estabelecendo marcos para eficiência energética, reciclabilidade e segurança na indústria automotiva.
Segundo dados da Nissan, em 2024, a empresa apresentou um crescimento de 21%, com 87.441 unidades vendidas no país, acima da média do setor, segundo a Nissan. No ano anterior, o crescimento havia sido de 35% em relação a 2022. Também nesta terça-feira (15), ao comemorar 11 anos de atividades do Complexo Industrial de Resende, a Nissan lançou um novo veículo.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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