MATO GROSSO
Exposição “Mundos Sobrepostos” está em cartaz na Galeria Lava Pés
MATO GROSSO
A Galeria de Artes Lava Pés, em Cuiabá, recebe a exposição “Mundos Sobrepostos”, que une interatividade e muralismo total criado por traços fluidos e cores vibrantes do artista Luis Badaró.
Com entrada gratuita, a mostra ficará aberta ao público de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 8h às 18h, até 10 de setembro.
Badaró transformou a Galeria em uma obra de arte viva, com todas as paredes pintadas em camadas de dimensões sobrepostas de criaturas e elementos surreais. Cada canto da galeria faz parte de um grande mosaico interligado.
Para elevar a sensação de imersão, o ambiente sonoro híbrido é inspirado nos mundos criados pelo artista. Além das paredes, telas complementares apresentam detalhes ou perspectivas únicas das criaturas e elementos.
“Numa narrativa Interligada, o espaço conta uma história contínua, onde cada parede dialoga com as demais, levando o visitante a explorar diferentes perspectivas e interpretações”, explica a curadora da exposição, Jaqueline Pessoa.
A Galeria de Artes Lava Pés é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), localizada na própria sede da Secretaria, no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.
Sobre o artista
Nascido em Rondonópolis e formado em Arquitetura, Luis Badaró sempre teve proximidade com a arte de desenhar e a pintura. Seu estilo se destaca pelos traços cartunescos, que dão vida a seres inusitados – figuras inanimadas que parecem existir entre dimensões.
Em algumas de suas composições, a estética psicodélica se une a elementos da cultura mato-grossense, criando um cenário mágico e intrigante.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões
O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.
Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.
O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.
Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.
Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.
A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.
A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.
O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.
“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.
Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.
“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.
Fonte: Governo MT – MT
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