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Livro Violeta da 5ª Conferência Nacional é entregue ao MCTI

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Na segunda-feira (21), a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, recebeu o Livro Violeta, documento referente à 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (5CNCTI), em reunião realizada em Recife com o secretário-geral da CNCTI, o ex-ministro Sergio Machado Rezende (UFPE), o secretário-geral adjunto, Anderson Gomes (CGEE e UFPE), e a coordenadora da Subcomissão de Sistematização e Documentação, Francilene Garcia (SBPC).
 
O Livro Violeta foi escrito com a colaboração de 35 redatores e revisores e teve sua versão final revisada por Francilene Garcia, Alaor Chaves (UFMG) e Luiz Antônio Elias (INPI). A obra foi organizada em quatro partes e tem como contexto principal o tema da conferência: “CT&I para um Brasil justo, sustentável e desenvolvido”. Também inclui capítulos específicos sobre o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI) e o tema da Educação para a Ciência e Popularização da Ciência. Um texto específico destaca o papel da voz feminina na CT&I para a construção de um futuro equitativo.

Junto aos demais documentos já disponibilizados no site da 5ª CNCTI (5cncti.org.br), incluindo o Livro Lilás, que relata os trabalhos realizados nos três dias da Conferência Nacional (30 e 31 de julho e 1º de agosto de 2024), a publicação servirá de inspiração para a formulação de políticas públicas norteadoras da ação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para os próximos 10 anos.

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O livro, em formato PDF, está disponível em:
https://ad5cncti.cgee.org.br/documents/165901/355373/livro-violeta_5CNCTI.pdf

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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CTI Renato Archer amplia rede de laboratórios abertos com nova estrutura de pesquisa

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Referência nacional em áreas como inteligência artificial, microeletrônica, nanotecnologia e inovação industrial, o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), inaugurou, nesta segunda-feira (18), o seu Laboratório Aberto de Caracterização de Materiais (LAmat). A apresentação do novo espaço que fortalece a infraestrutura científica e tecnológica do país contou com a presença da ministra do MCTI, Luciana Santos.

O LAmat passa a integrar o conjunto de laboratórios abertos do CTI Renato Archer e foi criado para apoiar pesquisas em materiais avançados, nanotecnologia, micro e nanoeletrônica, fotônica e energia. A iniciativa recebeu cerca de R$ 5,2 milhões em investimentos da Finep e do MCTI para aquisição de equipamentos e adequação da infraestrutura. 

O laboratório permitirá análises químicas, ópticas, térmicas e eletrônicas de materiais e apoiará pesquisas em áreas estratégicas, como saúde avançada, tecnologias quânticas, convergência tecnológica e energia. Entre as aplicações previstas, estão estudos sobre células solares de alto rendimento, biossensores para doenças tropicais negligenciadas, dispositivos implantáveis e sensores para a agroindústria.  

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Durante a visita, a ministra destacou o papel do centro na conexão entre ciência, indústria e desenvolvimento nacional. “O Renato Archer nunca foi apenas um centro de pesquisa. Ele é uma ponte entre ciência e indústria, entre universidade e setor produtivo, entre conhecimento e desenvolvimento nacional”, afirmou. 

Luciana Santos também ressaltou os investimentos realizados pelo governo federal na unidade. Desde 2023, já foram assinados R$ 36,8 milhões em contratos com o CTI Renato Archer, além de uma nova encomenda tecnológica de R$ 10,1 milhões ainda em análise, por meio da Finep e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).  

Laboratório aberto

 A diretora institucional do CTI Renato Archer, Juliana Kelmy Macário Barboza Daguano, destacou que o novo laboratório fortalece o modelo colaborativo adotado pela instituição.

“Os laboratórios abertos contribuem para o avanço científico e tecnológico por meio do acesso a recursos especializados, promovendo a colaboração entre academia, empresas e instituições públicas”, afirmou. 

Além do LAmat, o CTI Renato Archer mantém outros laboratórios abertos voltados à micro e nanofabricação, impressão 3D, integração de sistemas e imageamento em micro-nanoeletrônica, ampliando o acesso compartilhado à infraestrutura científica de alta complexidade. 

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Com mais de quatro décadas de atuação, o CTI Renato Archer tem papel importante no desenvolvimento de tecnologias estratégicas para o Brasil. A instituição participou de iniciativas como a construção da ICP-Brasil, sistema que sustenta a certificação digital no país, e contribuiu para o desenvolvimento do Sistema Brasileiro de TV Digital. Além disso, atua em pesquisas voltadas à segurança cibernética, impressão 3D aplicada à saúde, biofabricação, robótica e inteligência artificial. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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