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CTC Inova no Setor Sucroenergético com Tecnologias Focadas em Produtividade e Sustentabilidade

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O CTC – Centro de Tecnologia Canavieira, referência mundial em pesquisa e desenvolvimento para a cultura da cana-de-açúcar, revelou em evento exclusivo para investidores, clientes e acionistas, novas soluções tecnológicas com o potencial de revolucionar o setor sucroenergético no Brasil. Essas inovações visam a um novo ciclo de produtividade, sustentabilidade e eficiência, com o objetivo de preparar o Brasil para os desafios e oportunidades da próxima década.

A companhia, com sua Visão de dobrar a produtividade dos canaviais brasileiros até 2040, tem se destacado por suas iniciativas nas áreas de Melhoramento Genético, Biotecnologia e no desenvolvimento de Sementes Sintéticas. Estas frentes visam fortalecer o agronegócio nacional, alinhando-se à transição energética e reforçando a competitividade da cana-de-açúcar no mercado global.

Avanços Tecnológicos em Canaviais: CTC Advana, VerdPRO2 e Sementes Sintéticas

Durante o encontro, o CTC apresentou três novas plataformas que marcam um avanço significativo para o setor: CTC Advana, CTC VerdPRO2 e CTC Sementes. Cada uma delas contribui para aumentar a eficiência do cultivo, reduzir a pegada de carbono e impulsionar o crescimento sustentável da cultura da cana.

CTC Advana: O Novo Padrão em Variedades de Cana

A série CTC Advana, focada em Melhoramento Genético, consiste em variedades de cana desenvolvidas com técnicas de ponta, oferecendo ganhos de até 16% em produtividade. A primeira variedade lançada, a CTC Advana1, é caracterizada por sua alta adaptabilidade e sanidade, além de apresentar um alto teor de açúcar e uma colheita otimizada para o início da safra. A variedade também facilita a colheita, com um porte ereto que melhora o perfilamento e aumenta a longevidade do canavial.

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CTC VerdPRO2: Proteção e Simplicidade Operacional

No campo da Biotecnologia, o CTC apresentou a plataforma VerdPRO2, que combina resistência à broca-da-cana — uma praga que causa danos anuais de até R$ 8 bilhões ao setor — com tolerância ao herbicida. A solução oferece uma proteção integrada, promovendo a simplificação das operações agrícolas, com redução de custos e perdas. A plataforma já conta com mais de 10 variedades em desenvolvimento e, com base em sete anos de pesquisa, estabelece o CTC como pioneiro no desenvolvimento de cana transgênica.

CTC Sementes: A Inovação no Sistema de Plantio

O CTC também anunciou avanços no projeto de Sementes Sintéticas, um sistema que visa acelerar a adoção de novas tecnologias no setor. Esse novo modelo promete aumentar a eficiência operacional e liberar áreas produtivas, com a perspectiva de uma mecanização total do plantio. O projeto, que conta com investimentos da ordem de R$ 1 bilhão, está em fase final de desenvolvimento, e parcerias estratégicas com empresas como John Deere e Marchesan estão sendo realizadas para viabilizar a implementação de equipamentos especializados.

Impacto Ambiental e Econômico: Um Estudo da FGV

Durante o evento, foi divulgado um estudo inédito realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que analisou o potencial de descarbonização do setor sucroenergético brasileiro. De acordo com o estudo, a adoção das tecnologias desenvolvidas pelo CTC pode evitar a emissão de 178,6 milhões de toneladas de CO₂ até 2042, representando um aumento de 129% em relação ao cenário de 2022. Este impacto positivo equivale a 8% das emissões totais do Brasil, ou metade das emissões anuais de um país como a França.

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Além disso, a implementação das tecnologias também impulsionaria a geração de créditos de carbono (CBios), consolidando a cana-de-açúcar como uma solução crucial na agenda climática global. O estudo da FGV corrobora a visão do CTC de que inovação e sustentabilidade podem caminhar juntas, gerando benefícios tangíveis tanto para os produtores quanto para o meio ambiente.

O Futuro da Cana-de-Açúcar no Brasil

O CTC, com sua visão de longo prazo e seu compromisso com a inovação, continua a liderar a transformação do setor canavieiro brasileiro. A introdução de plataformas como CTC Advana, VerdPRO2 e o desenvolvimento de Sementes Sintéticas posiciona o Brasil como um protagonista no cenário global da cana-de-açúcar, não apenas em termos de produtividade, mas também na construção de um modelo mais sustentável e eficiente para o agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de algodão opera com cautela no Brasil diante de incertezas externas e custos em alta

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O mercado brasileiro de algodão apresentou um ritmo mais moderado na última semana, refletindo a cautela de compradores e vendedores diante das incertezas no cenário externo. Apesar do ambiente mais conservador, houve registro de negócios no mercado disponível e também interesse antecipado para a safra 2025/26, conforme levantamento da Safras & Mercado.

Preço do algodão registra leve alta no mercado interno

Na quinta-feira (16), a cotação do algodão no CIF São Paulo girava em torno de R$ 3,95 por libra-peso, representando uma alta semanal de 0,51% em relação aos R$ 3,93 por libra-peso registrados na semana anterior.

No interior, em Rondonópolis (MT), o preço da pluma foi cotado a R$ 122,93 por arroba, equivalente a R$ 3,72 por libra-peso. O valor representa um avanço de R$ 0,56 por arroba na comparação com a semana anterior.

Comercialização avança no Mato Grosso, principal produtor nacional

De acordo com dados do Imea, a comercialização da safra 2024/25 em Mato Grosso atingiu 92,10% até o dia 13 de abril.

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O resultado representa avanço em relação ao mês anterior, quando o índice estava em 87,06%, e se aproxima do desempenho registrado no mesmo período do ano passado, que foi de 92,65%.

Para a safra 2025/26, a comercialização já alcança 65,60%, acima dos 58,57% registrados em março e também superior ao índice de 56,83% observado no mesmo período do ano anterior.

Já para a temporada 2026/27, os negócios atingem 13,93%, mostrando evolução frente aos 7,43% registrados no mês anterior, embora ainda próximos do patamar de 14,67% observado no mesmo período do ano passado.

Custos de produção do algodão seguem em alta no estado

Além da dinâmica de mercado, os produtores também enfrentam pressão nos custos de produção. Segundo relatório mensal do Imea, referente a março, o custo para a safra 2026/27 em Mato Grosso foi estimado em R$ 19.027,27 por hectare.

O valor representa aumento em relação a fevereiro, quando os custos estavam em R$ 18.276,36 por hectare, reforçando a necessidade de planejamento financeiro e gestão eficiente nas propriedades.

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Incertezas externas mantêm agentes do mercado cautelosos

O cenário internacional ainda é um fator determinante para o comportamento do mercado de algodão. As incertezas externas têm levado compradores e vendedores a adotarem uma postura mais prudente, reduzindo o ritmo das negociações.

Mesmo assim, o mercado segue ativo, com negócios pontuais no curto prazo e interesse antecipado nas próximas safras, indicando continuidade da demanda, ainda que com maior seletividade.

Produtor acompanha mercado com foco em estratégia

Diante desse cenário, o produtor brasileiro mantém atenção redobrada sobre o mercado, equilibrando oportunidades de comercialização com os custos crescentes e a volatilidade externa.

A tendência é de um mercado sustentado, porém com negociações cautelosas, exigindo decisões estratégicas para garantir rentabilidade ao longo das próximas safras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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