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Estudo da UFMA comprova eficácia de brinco mosquicida e endectocida no combate a parasitas bovinos
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A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) conduziu um estudo de campo com bovinos para analisar a eficácia do brinco mosquicida Fiprotag® 210 e do endectocida Bullmax® Premium, ambos da Vetoquinol Saúde Animal, no controle da mosca-dos-chifres (Haematobia irritans) e de nematódeos gastrintestinais. Os resultados confirmaram a alta eficiência dos produtos no manejo de parasitas. “O resultado foi excelente e ratificou o que já imaginávamos: ambas as soluções são extremamente eficazes para o controle parasitário dos bovinos”, afirma Antônio Coutinho, gerente nacional de marketing da Vetoquinol Saúde Animal.
O brinco Fiprotag® 210 foi submetido a testes em dois cenários: preventivo e curativo. No teste preventivo – ou seja, com a aplicação feita antes do pico de infestação –, os animais mantiveram-se com infestação controlada por até 210 dias após o uso do produto.
Já no teste curativo, os resultados também foram expressivos. “Nessa etapa do estudo, os animais que apresentavam infestações severas por Haematobia irritans tiveram a carga parasitária totalmente eliminada após a aplicação do Fiprotag® 210. Além disso, observou-se um aumento significativo da infestação no grupo controle com a mudança das condições climáticas, o que reforça a importância do uso dessa ferramenta”, destaca Coutinho.
O estudo também avaliou a produtividade dos bovinos tratados com ambas as soluções em comparação ao grupo controle. De acordo com os dados obtidos, os animais que receberam o Fiprotag® 210 e o Bullmax® Premium apresentaram um ganho de peso 2,6 vezes maior por hectare do que os não tratados.
“Pesquisas como essa são fundamentais como retorno técnico para o aprimoramento de soluções já disponíveis e para o desenvolvimento de novas tecnologias. Com esse tipo de iniciativa, temos confiança na entrega de produtos que promovem a saúde animal e contribuem para a rentabilidade das propriedades rurais”, finaliza o representante da Vetoquinol.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Dólar em queda cria oportunidade para empresas reduzirem custos e fortalecerem estratégia cambial
A recente queda do dólar frente ao real abriu uma nova janela estratégica para empresas brasileiras que atuam no comércio exterior, especialmente importadoras e indústrias dependentes de insumos internacionais. Com a moeda americana em patamares mais baixos ao longo de 2026, especialistas avaliam que o momento favorece redução de custos, renegociação de contratos e fortalecimento da gestão cambial.
Dados do Banco Central mostram que o fluxo cambial brasileiro acumulou superávit de US$ 16,7 bilhões até março de 2026, impulsionado principalmente pela entrada de capital estrangeiro e pelo diferencial de juros no Brasil. O cenário contribui para a valorização do real e altera diretamente o planejamento financeiro das empresas.
Real valorizado reduz custos e amplia margens operacionais
A queda do dólar tem impacto imediato sobre empresas que dependem de matérias-primas, equipamentos e produtos importados. Com a moeda americana mais barata, custos operacionais diminuem e as margens podem ganhar fôlego em diversos segmentos da economia.
Segundo Thiago Oliveira, CEO da Saygo, holding especializada em comércio exterior, câmbio e tecnologia, o cenário deve ser interpretado de forma estratégica pelas companhias.
“O dólar mais baixo não é apenas uma oportunidade de economizar. É um momento de reorganizar contratos, revisar fornecedores e estruturar uma política cambial mais inteligente”, afirma.
Além do ganho operacional, o movimento também influencia decisões relacionadas à expansão internacional, investimentos e formação de estoque.
Exportadores precisam redobrar atenção com receitas em dólar
Se por um lado a valorização do real beneficia importadores, por outro pressiona empresas exportadoras, que passam a converter receitas em dólar por valores menores em reais.
O efeito pode comprometer competitividade e rentabilidade, especialmente em setores altamente dependentes das exportações.
Para o especialista, um dos erros mais comuns ainda é tratar o câmbio apenas como uma oportunidade momentânea.
“O erro mais comum é tratar o câmbio como algo pontual. Empresas aproveitam a cotação do dia, mas não constroem uma estratégia. Quando o ciclo vira, o impacto vem direto no caixa”, alerta Oliveira.
Empresas ampliam uso de hedge e gestão cambial
Com maior volatilidade global e influência crescente de fatores externos, empresas brasileiras vêm fortalecendo mecanismos de proteção financeira para reduzir exposição às oscilações cambiais.
Ferramentas como hedge, contratos a termo e diversificação de moedas ganham espaço nas estratégias corporativas, principalmente diante das incertezas envolvendo política monetária nos Estados Unidos, fluxo global de capitais e tensões comerciais internacionais.
Especialistas defendem que a gestão cambial deixe de ser tratada apenas como um custo operacional e passe a integrar o planejamento financeiro das empresas.
Cinco estratégias para aproveitar o dólar em baixa
Diante do cenário atual, especialistas apontam medidas que podem ajudar empresas a aproveitar o momento sem ampliar riscos financeiros:
- Antecipação de importações: Com custos menores, empresas podem antecipar compras externas e formar estoques estratégicos a preços mais competitivos.
- Revisão de contratos internacionais: A renegociação de contratos em dólar pode gerar redução relevante de despesas, principalmente em acordos recorrentes ou de longo prazo.
- Proteção cambial: Mesmo com o dólar em queda, operações de hedge seguem fundamentais para reduzir exposição a futuras oscilações da moeda.
- Diversificação de moedas: Ampliar operações para moedas como euro ajuda a reduzir dependência exclusiva do dólar e diminui vulnerabilidades cambiais.
- Integração do câmbio ao planejamento financeiro: O acompanhamento contínuo do mercado cambial e o uso de tecnologia para projeção de cenários aumentam a previsibilidade e fortalecem a tomada de decisão.
Gestão estratégica ganha protagonismo em cenário volátil
Para especialistas, empresas que transformam o câmbio em parte da estratégia corporativa tendem a atravessar períodos de volatilidade com maior estabilidade financeira.
“Não se trata de prever o dólar, mas de se preparar para qualquer direção que ele tome. Quem tem método não depende da sorte”, afirma Oliveira.
Além de reduzir custos financeiros e logísticos, o dólar mais baixo pode fortalecer a competitividade de empresas brasileiras no mercado interno. Ainda assim, analistas reforçam que o atual cenário cambial é cíclico e exige cautela.
“A vantagem existe, mas ela é temporária. O câmbio é cíclico. Empresas que usam esse período para estruturar processos saem fortalecidas. As que apenas aproveitam o preço do dia continuam vulneráveis”, conclui o executivo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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