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Cultivo protegido assegura pimentões de alta qualidade na região de Bom Princípio
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O uso de ambientes protegidos tem garantido frutos de excelente qualidade, com características ideais para o mercado. O preço também segue estável, proporcionando boas perspectivas para os produtores locais.
Qualidade garantida pelo cultivo protegido
Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (30), o cultivo de pimentão na região de Bom Princípio tem apresentado ótimo desenvolvimento. O uso de ambientes protegidos tem sido crucial para garantir frutos com a coloração e o tamanho desejados pelo mercado.
Os dados mostram que os produtores têm conseguido colher pimentões de alta qualidade, com características que atendem às exigências comerciais e sem grandes problemas fitossanitários. A baixa incidência de pragas e doenças tem contribuído para esse cenário positivo.
Preço estável no mercado
No que diz respeito ao preço, o pimentão segue com variações moderadas na região, mantendo-se entre R$ 45,00 e R$ 50,00 por caixa de 10 quilos. As variações de preço dependem principalmente da cor e do tamanho dos frutos, com a qualidade superior dos pimentões protegidos tendendo a alcançar os valores mais elevados.
A produção de pimentão na região tem demonstrado que o uso de técnicas adequadas de cultivo e proteção pode resultar não apenas em boa produtividade, mas também em produtos que atendem às demandas do mercado, com grande potencial para o setor agrícola local.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Hambúrguer e pescado de Ribeirão Preto podem ser comercializados em todo o Brasil
Duas agroindústrias de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, passaram a ter autorização para comercializar seus produtos em todo o território nacional após o reconhecimento do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) do município pelo Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA). A equivalência foi reconhecida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio de portaria publicada no dia 8 de setembro.
As empresas produzem pescado pronto para preparo em fritadeiras elétricas e hambúrgueres. Para os empreendimentos, a mudança permite buscar clientes fora do mercado atendido anteriormente pelo serviço municipal.
Uma das empresas produz tilápia, surubim, tilápia recheada com provolone, croquete de tilápia e camarão. Os produtos são comercializados por meio de delivery, empórios, lojas de conveniência, boutiques de carne, bares e restaurantes, além de vendas entre empresas.
Com a ampliação da área de comercialização, a empresa pretende desenvolver novos canais de distribuição e, conforme a formalização de contratos, aumentar a produção e o número de funcionários.
Na indústria de hambúrgueres, a integração ao Sisbi-POA também abre a possibilidade de comercialização para estabelecimentos de outros estados. A empresa já atende clientes e recebe demanda de hamburguerias de São Paulo, Minas Gerais e outros estados próximos. A produção é automatizada, e novos investimentos estão previstos para 2027.
As duas empresas autorizadas a utilizar o selo deverão incluir nas embalagens a inscrição Sisbi, do Mapa, indicando que a inspeção foi feita pelo município, mas equivalente àquela feita pelo Mapa.
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