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Banco Master atrai disputa de gigantes do mercado após venda parcial ao BRB
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Banco Master movimenta o setor financeiro com portfólio valorizado
A recente negociação entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB), envolvendo a venda de uma parte das ações da instituição, desencadeou uma forte movimentação no mercado financeiro. Desde o anúncio, grandes players do setor têm demonstrado interesse em adquirir ativos do banco, cuja valorização e relevância estratégica despertam atenção. Entre os interessados, estão nomes de peso como BTG Pactual, Pátria Investimentos e o empresário Joesley Batista.
Ativos estratégicos atraem investidores de grande porte
O portfólio do Banco Master, formado por precatórios e ações com alto potencial de valorização, é hoje considerado um dos mais disputados do mercado. Em um ambiente econômico marcado por incertezas, os ativos da instituição se destacam como uma oportunidade rara para quem busca rentabilidade consistente aliada à estabilidade.
Essa atratividade está diretamente ligada à reputação do banco, que se consolidou como uma das instituições mais bem geridas do setor. A solidez na condução dos negócios tem sido um diferencial percebido e valorizado por investidores experientes.
Precatórios ganham destaque como ativos seguros e rentáveis
Dentro do portfólio, os precatórios têm chamado atenção especial por sua previsibilidade e segurança jurídica. Essa combinação os torna altamente desejáveis por investidores que priorizam retorno financeiro com menor exposição a riscos. O potencial de valorização desses títulos reforça seu papel como instrumento estratégico de diversificação patrimonial.
Interesse crescente reforça a valorização e a imagem do banco
A entrada de investidores renomados na disputa pelos ativos confirma a percepção de mercado sobre o valor do Banco Master. Mais do que deter ativos atrativos, a instituição é vista como um exemplo de gestão estratégica e eficiente. O crescente interesse aponta para uma valorização sólida desses ativos no médio e longo prazos, com expectativas positivas de rentabilidade futura.
Banco Master consolida posição de destaque no setor
A movimentação em torno do Banco Master não apenas eleva sua visibilidade no mercado, mas também consolida sua posição de protagonismo entre as instituições financeiras. O destaque gerado por essa disputa reforça sua imagem como referência na gestão de ativos e na construção de valor, projetando ainda mais confiança entre investidores e parceiros estratégicos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos
Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.
Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.
No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.
Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.
O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.
No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.
Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.
Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.
Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.
A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.
O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.
Fonte: Pensar Agro
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