AGRONEGOCIOS
FS Realiza o 1º Encontro Técnico sobre Nutrição Animal Sustentável com Coprodutos do Etanol de Milho
AGRONEGOCIOS
A FS, uma das maiores empresas do Brasil na produção de etanol e nutrição animal, promoveu, nesta terça-feira (29), o 1º Encontro Técnico sobre Nutrição Animal Sustentável, realizado na unidade de Sorriso, em Mato Grosso. O evento contou com a presença de especialistas, pesquisadores e estudantes de instituições como a Universidade Federal do Paraná (campus Palotina e Curitiba), a Universidade Federal do Mato Grosso (campus Sinop e Cuiabá) e a Universidade de Santa Maria (RS), além de representantes da Embrapa Suínos e Aves e da União Nacional do Etanol de Milho (UNEM). A participação abrangeu diversas áreas, incluindo avicultura, suinocultura, pecuária de corte e leite, aquicultura e pequenos ruminantes.
Com foco em Ciência, Inovação e Sustentabilidade, o evento proporcionou uma imersão no processo de produção industrial do etanol de milho, seus coprodutos e os rigorosos controles de qualidade implementados pela FS. Segundo Rodrigo Galli, zootecnista e gerente de Marketing e Produto da FS, o principal objetivo do encontro foi proporcionar aos participantes uma vivência prática da indústria de etanol de milho, detalhando as etapas de produção e as diferenças entre os coprodutos, além de suas aplicações na nutrição animal. “Esta foi uma oportunidade única para que professores, alunos e pesquisadores conhecessem de perto os processos industriais da FS, um aprendizado que certamente contribuirá para seus estudos”, afirmou Galli.
Durante o evento, pesquisadores apresentaram resultados de estudos concluídos e em andamento sobre a utilização dos coprodutos do etanol de milho na alimentação animal. “Nossa missão é garantir recomendações científicas e confiáveis para nossos clientes. Apoiar a pesquisa relacionada aos coprodutos da FS é um pilar essencial da nossa estratégia de nutrição animal, e continuaremos investindo para assegurar que os produtores maximizem os benefícios de nossos produtos”, ressaltou Galli.
Além disso, o encontro serviu como um importante ponto de encontro para networking e troca de experiências entre profissionais e acadêmicos de diferentes segmentos da cadeia produtiva animal.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos
Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.
Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.
No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.
Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.
O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.
No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.
Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.
Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.
Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.
A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.
O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.
Fonte: Pensar Agro
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A Palavra Aberta
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet2 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé

