AGRONEGOCIOS
FS Realiza o 1º Encontro Técnico sobre Nutrição Animal Sustentável com Coprodutos do Etanol de Milho
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A FS, uma das maiores empresas do Brasil na produção de etanol e nutrição animal, promoveu, nesta terça-feira (29), o 1º Encontro Técnico sobre Nutrição Animal Sustentável, realizado na unidade de Sorriso, em Mato Grosso. O evento contou com a presença de especialistas, pesquisadores e estudantes de instituições como a Universidade Federal do Paraná (campus Palotina e Curitiba), a Universidade Federal do Mato Grosso (campus Sinop e Cuiabá) e a Universidade de Santa Maria (RS), além de representantes da Embrapa Suínos e Aves e da União Nacional do Etanol de Milho (UNEM). A participação abrangeu diversas áreas, incluindo avicultura, suinocultura, pecuária de corte e leite, aquicultura e pequenos ruminantes.
Com foco em Ciência, Inovação e Sustentabilidade, o evento proporcionou uma imersão no processo de produção industrial do etanol de milho, seus coprodutos e os rigorosos controles de qualidade implementados pela FS. Segundo Rodrigo Galli, zootecnista e gerente de Marketing e Produto da FS, o principal objetivo do encontro foi proporcionar aos participantes uma vivência prática da indústria de etanol de milho, detalhando as etapas de produção e as diferenças entre os coprodutos, além de suas aplicações na nutrição animal. “Esta foi uma oportunidade única para que professores, alunos e pesquisadores conhecessem de perto os processos industriais da FS, um aprendizado que certamente contribuirá para seus estudos”, afirmou Galli.
Durante o evento, pesquisadores apresentaram resultados de estudos concluídos e em andamento sobre a utilização dos coprodutos do etanol de milho na alimentação animal. “Nossa missão é garantir recomendações científicas e confiáveis para nossos clientes. Apoiar a pesquisa relacionada aos coprodutos da FS é um pilar essencial da nossa estratégia de nutrição animal, e continuaremos investindo para assegurar que os produtores maximizem os benefícios de nossos produtos”, ressaltou Galli.
Além disso, o encontro serviu como um importante ponto de encontro para networking e troca de experiências entre profissionais e acadêmicos de diferentes segmentos da cadeia produtiva animal.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Preço do trigo sobe no Sul do Brasil e menor oferta pode ampliar importações em 2026
O mercado brasileiro de trigo iniciou junho com viés de alta nos principais estados produtores da Região Sul. A combinação entre menor área cultivada, redução dos investimentos em tecnologia e expectativa de safra mais enxuta tem sustentado a valorização do cereal, especialmente no Rio Grande do Sul, onde os preços avançaram para entregas nos próximos meses.
De acordo com levantamento da TF Agroeconômica, os negócios envolvendo trigo de melhor qualidade registraram maior movimentação durante a semana, enquanto compradores e vendedores seguem atentos ao equilíbrio entre oferta disponível e necessidade de abastecimento dos moinhos.
Trigo gaúcho registra valorização para julho e agosto
No Rio Grande do Sul, o trigo branqueador foi negociado ao redor de R$ 1.450 por tonelada. Já o trigo pão apresentou indicações de R$ 1.350 por tonelada para entrega em junho e R$ 1.370 para os meses de julho e agosto.
O trigo argentino também ganhou valor no mercado gaúcho. Em Canoas, as negociações ocorreram a US$ 300 por tonelada, avanço de US$ 5 em relação à semana anterior.
Para a safra nova, produtores passaram a elevar as pedidas diante da perspectiva de menor produção. As ofertas para setembro alcançaram R$ 1.500 por tonelada, embora ainda não tenham sido registrados negócios nessas condições.
Menor produção pode aumentar dependência de importações
A consultoria destaca que a redução da área cultivada e o menor nível de investimento tecnológico podem provocar queda significativa na produção nacional de trigo.
As estimativas apontam uma colheita próxima de 6,5 milhões de toneladas, enquanto as importações podem atingir cerca de 6,75 milhões de toneladas. Esse cenário tende a aproximar os preços internos dos valores praticados no mercado internacional, aumentando a influência das cotações externas sobre o mercado doméstico.
No abastecimento dos moinhos, os volumes para junho já estão praticamente contratados. Para julho, a cobertura gira em torno de 40%, enquanto compradores começam a direcionar suas atenções para as necessidades de agosto.
No mercado de balcão gaúcho, o destaque ficou para Panambi, onde a cotação avançou para R$ 66 por saca.
Santa Catarina mantém estabilidade com ajustes pontuais
Em Santa Catarina, o mercado operou de forma mais equilibrada, com negócios pontuais e poucas alterações expressivas.
Os preços do trigo local variaram entre R$ 1.350 e R$ 1.400 por tonelada FOB. O cereal oriundo do Rio Grande do Sul foi ofertado entre R$ 1.350 e R$ 1.450 FOB.
Nas negociações de balcão, as cotações permaneceram estáveis em municípios como Canoinhas, Rio do Sul, Joaçaba e São Miguel do Oeste. Já Chapecó e Xanxerê registraram elevações nos preços pagos ao produtor.
Paraná enfrenta resistência para novas altas
No Paraná, a forte concorrência entre as indústrias de farinha continua limitando reajustes mais expressivos para o trigo.
Os vendedores mantêm pedidas próximas de R$ 1.500 por tonelada, mas os últimos negócios efetivamente realizados ocorreram em torno de R$ 1.400 FOB no norte do estado.
O trigo branqueador permanece próximo de R$ 1.450 FOB, enquanto as referências para a safra nova variam entre R$ 1.320 e R$ 1.350 FOB para entregas programadas para setembro.
Já o trigo argentino nacionalizado nos portos brasileiros segue cotado ao redor de US$ 295 por tonelada, mantendo competitividade frente ao produto nacional.
Mercado acompanha oferta e demanda para os próximos meses
Com a perspectiva de uma safra menor e a necessidade crescente de importações, o mercado de trigo brasileiro entra no segundo semestre atento à evolução das lavouras e ao comportamento dos preços internacionais.
A tendência é de manutenção da volatilidade, especialmente diante da redução da oferta interna e do aumento da dependência do cereal importado para garantir o abastecimento da indústria moageira nacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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